Frases intensas que lembram que a vida é agora

Se a vida não possui sentido pronto, pelo menos nos poupa do constrangimento de descobrir que escolhemos o sentido errado.

A vida distribui oportunidades de maneira curiosa: alguns recebem privilégios e chamam isso de mérito; outros recebem obstáculos e chamam isso de destino.

Uma vida que jamais interroga a si mesma pode existir biologicamente, mas permanece intelectualmente incompleta.

Quem não examina a própria consciência corre o risco de passar a vida obedecendo a pensamentos que jamais escolheu.

Entre preservar a própria vida e trair a própria consciência, Sócrates ensinou que existe uma forma de sobrevivência que pode custar ao homem aquilo que torna sua existência digna.

A felicidade não é um instante de prazer, mas o resultado de uma vida orientada pela virtude, pela razão e pela realização de suas próprias potencialidades.

A felicidade não é simplesmente aquilo que sentimos, mas aquilo que construímos quando uma vida inteira se orienta pela virtude.

Um breve lapso de razão pode durar um segundo; suas consequências, uma vida inteira.

O Estado encontra sua razão de existir na proteção da vida, da liberdade e dos bens, e não na transformação do cidadão em objeto de sua autoridade.

A vida que não interroga suas próprias certezas transforma a existência em hábito e a consciência em espectadora de si mesma.

A literatura pode ampliar nossa capacidade de imaginar a vida de outra pessoa e, assim, humanizar a aplicação do Direito.

A linguagem é também um espaço de construção da vida social e de produção de consensos juridicamente relevantes.

A vida humana depende de redes de reconhecimento e interdependência.

A ética exige que consideremos a vida para além do nosso ponto de vista particular.

O fato de uma vida ser vivida por alguém importa moralmente e pode fundamentar a proteção jurídica da dignidade.

A vida humana contém uma tensão permanente entre subjetividade e objetividade, tensão que o Direito tenta administrar sem eliminá-la.

Uma vida boa exige continuidade narrativa.

Uma vida não se mede pela quantidade de anos atravessados, mas pela densidade de consciência com que cada instante foi vivido.

Desprezar a vida é desperdiçar a única experiência cuja perda não admite restituição.

Uma vida bem empregada não teme o fim: depois de ter transformado tempo em experiência, experiência em conhecimento e conhecimento em existência, até a morte encontra menos espaço para arrependimentos.