Frases intensas que lembram que a vida é agora

Cada dia que surge, constitui uma nova vida para quem sabe viver.

A dor é a escada de fogo que nos conduz à vida eterna.

Até mesmo para quem passou toda uma vida no mar, chega uma idade em que se deixa a embarcação.

Um dos maiores prazeres da vida consiste em fazer o que os outros lhe dizem que você não pode.

O sucesso na vida vem não de ter as cartas certas, mas de jogar com as erradas corretamente.

Dinheiro e tempo são os fardos mais pesados da vida. As pessoas mais infelizes são aquelas que têm tanto disso que não sabem o que fazer com ele.

A primeira metade da vida passa-se a desejar a segunda; a segunda, a recordar a primeira.

A vida é a variedade. Assim como o paladar pede sabores diversos, assim a alma exige novas impressões.

O verdadeiro espírito de revolta consiste justamente em exigir a felicidade aqui na vida.

Os heróis são aqueles que tornam magnífica uma vida que já não podem suportar.

No meio da vida acontece que a morte surge e mede o homem. A visita é esquecida e a vida continua. Mas o fato está feito, silenciosamente.

Uma das situações da vida mais cheia de esperanças é aquela em que estamos tão mal que já não poderíamos estar pior.

A duração breve da nossa vida proíbe-nos de alimentar uma esperança longa.

Saber envelhecer é a grande sabedoria da vida.

A cultura é uma necessidade imprescindível de toda uma vida, é uma dimensão constitutiva da existência humana, como as mãos são um atributo do homem.

Temer o amor é temer a vida, e quem teme a vida já está três quartos morto.

A dificuldade na vida é tomarmos a sério a mesma coisa durante tempo de mais.

O avarento gasta mais no dia da sua morte do que gastou em dez anos de vida, e o seu herdeiro mais em dez meses do que ele na vida inteira.

Que todos os que se aproximarem de mim tenham vontade de cantar, esquecendo as amarguras da vida.

Quando tiramos a vida aos homens, não sabemos, nem o que lhes tiramos, nem o que lhes damos.

Lord Byron
BYRON, L., The works of lord Byron, comprehending the suppressed poems‎ - Volume IX, 1822