Frases de Gabito Nunes

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"...O importante é que, não interessa sobre o quê, as pessoas querem expressar suas crenças, não querem ficar de fora, não custa nada — é o open bar das ideias..."

trecho de como ser legal

"Eles também brigam, batem portas e saem por aí. Mas voltam rindo da cara um do outro e dizem coisas como “não consigo ficar brabo contigo.

Mas quando as coisas não rolam, quando não há qualquer sinal de correspondência, a sensação é mais ou menos um saco, como um resfriado mal curado. Você não consegue ir a lugar algum sem espirrar sua doença na cara dos outros. Não há antibióticos contra a paixão.

‎"Mas eu preciso ir, não posso falar contigo agora. Tenho pressa de apertar o play. Dá licença? Então sai debaixo da minha sacada. E da próxima vez que sair na chuva, vê se antes aprende a se molhar."

Se me perco no teu beijo, você fica tentando encontrar um caminho. Quando me encho de receio, você me diz estar pronta. Eu te ponho em xeque-mate, você me diz que cansou de jogar. Quando não quero me machucar, você me telefona no meio da noite.

Às vezes sou tão pateticamente inseguro.
(Intimidade)

A questão é evitar experimentar uma das dores que mais dói: a de não ter destinado valor suficiente ao que não se tem mais, quando se tinha. Como diz um velho ditado chinês: ‘perderá os pombos das mãos se tentar pegar os que estão voando’.

É como um balão de gás hélio. Solto no céu, chama atenção. Preso na mão é só um enfeite. Deixa voar, quem sabe ele volta pra tua mão.
(Vaivém)

O relógio devia me dar um tempo ou parar até eu me resolver.
(Espero que contigo esteja tudo mais ou menos)

"Olha, não sei qual dói mais.
Quando acaba, quando sentimos que acabou,
ou quando a gente precisa cair na real que acabou e já faz tempo."

O que falta aos jovens é alguém para querer ser, quando crescer.
(O que falta aos jovens)

“Viu só o que você fez? Você quebrou a garota, cara.”

"tenho um plano: vamos parar de planejar as coisas um pouco, por agora". Fala favorita do seu personagem em seu papel principal nessa história escrita à lápis, porque amanhã você sabe, passo uma borracha em tudo.
(Vem calar a minha boca)

“Você é gentil e doce. E cada gesto seu me surpreende. Sei lá, acho que ninguém nunca fez nada de bom por mim a vida toda, nada parecido com o que você conseguiu em dois dias. Meio abrupto, reconheço. Você me faz viver fora da minha linha e é isso que eu gosto em você.”

O ferimento em si nem dói tanto quanto ver sua intenção em me ferir. Palavras tão pequenas de quem parece não ter mais nada a perder, somente um fadário de coisas a dizer, sempre antes de pensar.
(outro lugar)

Minha grande esperança é ver você cuspindo "não quero sair de turma, prefiro nós dois"
(Vem calar a minha boca)

Se quiser vir, que seja sem esse egoísmo tão “século-vinte-um” de trilhar caminhos pela metade, escapar pelos canteiros e me deixar falando pelos cantos. Se for pra calar minha boca, vem. Se for pra reescrever minha vida, vem. Mas que seja à caneta.

É sempre a mesma coisa, mas é que, sei lá, as coisas parecem menos complicadas enquanto a gente se beija.

Amo demais. Sem discursos, sem frase de efeito, sem irresponsabilidades. Eu sei porque se não fosse tão forte eu não ficaria sem palavras.
(Qualquer idiota diz eu te amo)

É, eu não quero me comprometer. Eu agradeço sua atenção, mas estou dando todas as chances pra você desistir. Aceite minha oferta e pense bem, caia fora, garoto. Ou eu não me responsabilizo.