Frases eu Espero

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E se um dia eu mudar, quero que todos tenham certeza que eu mudei por mim, e não por alguém.

Sempre que me perguntavam como eu gostaria de ser lembrado, respondia: com um sorriso.

Eu vou estar lá, quando você olhar pra trás e não souber mais o que fazer.

Conte me algo e eu esquecerei. Mostre-me algo e talvez eu lembre. Envolva-me e eu entenderei.

Desconhecido

Nota: Versão do pensamento do filósofo Xun Zi, discípulo de Confúcio.

Eu tenho essa coisa de olhar para a pessoa, e saber de cara, se eu confio ou não.

Hoje sinceramente eu acordei disposta a mudar tudo aquilo que não me faz bem... E se por acaso você não tiver mais notícias minhas, acredite... você faz parte da mudança!

O importante, o irreversível, o definitivo, o claro nessa história toda é que eu gosto muito de ti.

Se eu faço uma coisa errada e ninguém vê, ela continua sendo errada?

Sabe, no fundo eu sou um sentimental. Todos nós herdamos no sangue lusitano uma boa dosagem de lirismo. Mesmo quando as minhas mãos estão ocupadas em torturar, esganar, trucidar, o meu coração fecha os olhos e sinceramente chora…

Sim, eu tenho milhares de defeitos, alguns medos, vários problemas. Mas e daí?

Sempre só. Eu vivo procurando alguém que sofra como eu também, mas não consigo achar ninguém.

Se eu soubesse que ia durar tanto tempo, tinha tido mais cuidado comigo.

Eu queria escrever um livro. Mas onde estão as palavras? esgotaram-se os significados.

Clarice Lispector
Um sopro de vida. Rio de Janeiro: Rocco, 2015.

Eu sou que nem cartão de crédito: errou na terceira chance eu bloqueio.

Se eu não me importo, eu simplesmente te ignoro. Mas se eu me importo, eu faço de tudo pra você achar que eu não me importo

Ambiciono que o idioma em que eu te falo
Possam todas as línguas decliná-lo
Possam todos os homens compreendê-lo.

E eu não aguento a resignação. Ah, como devoro com fome e prazer a revolta.

Clarice Lispector
A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.

Nota: Trecho da crônica As crianças chatas.

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Eu não refuto os ideais, apenas ponho luvas diante deles...

Eu precisava de ficar pregado nas coisas vegetalmente e achar o que não procurava.

Manoel de Barros
BARROS, M. O livro das ignorãças. Rio de Janeiro: Editora Record, 2000.

Os outros nunca sentem.
Quem sente somos nós,
Sim, todos nós,
Até eu, que neste momento já não estou sentindo nada.

Nada? Não sei...
Um nada que dói...

Fernando Pessoa
Poesias de Álvaro de Campos. Lisboa: Ática, 1944.