Frases eu Espero
Não me prometa
Coisas que tu sabes
Que não é capaz de fazer,
Eu não sou o ponto fora da
Sua zona de conforto.
Eu deveria ter te mandado
Para o norte junto com
Aquele pássaro que partiu
No domingo passado.
Pelo menos, ele me
Deixou um ninho bonito
E algumas flores.
Você só me deixou feridas
Que ardem toda vez
Que penso em você.
Eu já estava quebrada demais,
Você sabia disso, mesmo assim,
Foi embora e me quebrou
Mais
Um
Pouco.
Matei meus heróis,
Um por um,
Eles já deviam estar cansados
De me salvarem toda vez
Que eu não sabia lidar com
A vida e pedia socorro.
Matei eles e comecei a
Viver por mim mesma.
Não dependo mais de
Deuses mitológicos,
Sou a própria deusa
Da minha vida.
Quero alguém leve
Que não faça bagunça
No meu peito,
Que me dê segurança
Para eu fazer minhas
Bobagens sem culpa
Por ser eu mesma.
Eu adoraria ver o amanhecer ao seu lado, mesmo sabendo que quando o sol transparecer, você ira sumir, é meu dia começara.
“No dejeto eu sou o milho."
Eu fui mastigada várias vezes, recebi ácido, passei por caminhos tortuosos, me misturei com coisas ruins, mas não fui desdobrada em partes menores. Eu saí desta experiência inteira e me destacando. Passei pelo bolo fecal, mas não sou ele.
No azul dos teus olhos, pude ver as ondas do mar
Ah, como eu gostaria de me refrescar nas poesias desse olhar
Cada onda me chama, sussurra, vem me encontrar
E, sem medo, me perco na imensidão de te amar.
Quando eu tombar, ao menos uma única lágrima sua me dirá que tudo entre nós valeu o convívio e partirei em paz, pois de ti o mínimo foi, é e sempre me será o suficiente, porque te amo.
Eu acredito que o espírito natalino seja o Espírito Santo disfarçado, pois transforma corações, inundando-os de paz, amor e renovação, especialmente neste momento de celebração e reflexão.
... eu ficava deitada no chão a imaginar
a serra do Ramalho. Tantas pedras a cercavam, uma
mata verde em cima, bem no topo daquela imensidão
gigante, e eu a pensar como chegar àquele lugar, per-
to do meu olhar, mas distante de mim.
(Maria Antonieta da serra do Ramalho)
Eu me lembro que quando chegávamos na casa de
meu avô paterno, ele gritava:
— Põe água no feijão, Maria!
Era aquele pingo de carne na panela, mas com a
mistura do caldo do feijão, arroz e da farinha sempre
aumentava. E era muito bom.
(Maria Antonieta da serra do Ramalho)
