Frases Diversas

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“Nem toda mãe que entregou um filho deixou de amar; muitas foram obrigadas a escolher entre a fome, a vergonha e a sobrevivência.”
Do livro Mulher: Entre Correntes e Asas, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“Não era abandono; muitas vezes, era amor desesperado procurando para o filho uma chance que a mãe nunca teve.”
Do livro Mulher: Entre Correntes e Asas, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“O corpo ansioso carrega batalhas que, muitas vezes, ninguém vê.”
Do livro Transtorno de Ansiedade Generalizada, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“A mente ansiosa sofre antes, sofre durante e, muitas vezes, sofre depois, tentando revisar tudo o que já passou.”
Do livro Transtorno de Ansiedade Generalizada, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“A criança com TDAH muitas vezes promete melhorar, não por mentira, mas porque também sofre quando não consegue cumprir.”
Do livro TDAH: A Mente que Não Descansa, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“A criança que esquece o material não esquece porque não se importa; muitas vezes, ela ainda não possui ferramentas internas para sustentar a própria organização.”
Do livro TDAH: A Mente que Não Descansa, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“Muitas mulheres só descobrem o TDAH quando revisitam a própria história e percebem que chamavam de falha aquilo que era funcionamento não compreendido.”
Do livro TDAH: A Mente que Não Descansa, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“O TDAH não apaga a inteligência; muitas vezes, apenas impede que ela apareça de modo organizado.”
Do livro TDAH: A Mente que Não Descansa, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“Há uma crueldade social em chamar de força aquilo que, muitas vezes, é abandono institucional.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“A culpa materna não nasce apenas dentro da mulher; muitas vezes, é fabricada por uma sociedade que entrega tudo à mãe e pouco oferece em troca.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“A dor invisível da mãe atípica não é menor porque ninguém vê; muitas vezes, é maior porque quase ninguém testemunha.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“A pergunta ‘o que será do meu filho quando eu morrer?’ envelhece junto com muitas mães atípicas.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“Nem toda dor pode ser evitada, mas muita destruição interior nasce da forma como interpretamos a dor.”
Do livro Tempestade Serena, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“Uma vida excessivamente Yang pode parecer produtiva, mas muitas vezes está apenas queimando suas próprias reservas.”
Do livro Medicina Tradicional Chinesa — História, Filosofia e Prática da Medicina do Imperador Amarelo, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“A doença começa muitas vezes quando a mensagem se perde antes de encontrar seu destino.”
Do livro Sinapses e Neurotransmissores — A Linguagem Invisível do Corpo, da Mente e da Doença, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“Quem vive o Borderline muitas vezes ama como quem tenta sobreviver ao próprio vazio.”
Do livro Borderline: A Montanha Russa das Emoções — Compreendendo o Transtorno de Personalidade Limítrofe, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“A raiva, no Borderline, muitas vezes é o grito de uma alma que se sentiu abandonada antes de conseguir pedir cuidado.”
Do livro Borderline: A Montanha Russa das Emoções — Compreendendo o Transtorno de Personalidade Limítrofe, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“O ambiente educa silenciosamente; muitas vezes, aquilo que chamamos de escolha foi aprendido em contingências invisíveis.”
Do livro Behaviorismo — Das Bases Clássicas às Aplicações Contemporâneas, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“A vítima não defende o agressor porque a dor é pequena, mas porque o medo muitas vezes reorganiza a percepção da realidade.”
Do livro Síndrome de Estocolmo — Quando o Afeto Nasce do Cativeiro, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“Ser pai, mãe ou cuidador de uma criança atípica é aprender uma linguagem que muitas vezes começa antes da palavra.”
Do livro Autismo e Síndrome de Rett — Compreensão Clínica, Histórica e Humana da Neurodiversidade, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.