Frases de Tomas de Aquino sobre a Alma

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Rir de tudo é coisa de tontos, não rir de nada é coisa de estúpido.

Eu ainda não tenho condições de dizer o que aconteceu comigo, porque eu tenho medo de empobrecer o que eu vivi ali.

Os agravos despertam a cólera nos peitos mais humildes.

Viver é gozar e sofrer, resistir e batalhar com os homens, as coisas, os eventos e os elementos.

(...) - Não lhe assustam meus caprichos e eletricidades?
- Se eu os adoro! respondeu Seixas.
- Não lhe parece difícil fazer a felicidade de um coração desabusado como este meu, e tão aflingido pela dúvida?
- Tenho fé no meu amor; Com ele vencerei o impossível.(...)

Oh! Gritarei a verdade mesmo no meu silêncio.

Não sei se me explico bem, nem é preciso dizer melhor para o fogo a que lançarei um dia estas folhas de solitário.

Machado de Assis
Memorial de Aires (1908).

O contato com Deus se realiza através da fé, numa atmosfera calma e tranquila, tanto interior como exteriormente.

E o que dizer aos que nunca dizem o que querem dizer?
Dizer que não sei o que dizer por não saber ao certo o que dizem?

Noventa por cento de ferro nas calçadas,oitenta por cento de ferro nas almas"

Não há machado que corte a raiz ao pensamento.

Carlos de Oliveira

Nota: Trecho do poema "Livre".

A tarde talvez fosse azul,
não houvesse tantos desejos.

Carlos Drummond de Andrade
Poesia até agora. Rio de Janeiro: J. Olympio, 1948.

Nota: Trecho do Poema de sete faces.

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Então, se é digna de si mesma, não teima em espertar a lembrança morta ou expirante; não busca no olhar de hoje a mesma saudação do olhar de ontem, quando eram outros os que encetavam a marcha da vida, de alma alegre e pé veloz.

Machado de Assis
Memórias Póstumas de Brás Cubas. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1994.

"Em vão me tento explicar, os muros são surdos."
"Sob a pele das palavras há cifras e códigos."

O presente que se ignora vale o futuro.

Machado de Assis
A Cartomante (1884).

O acaso propusera-lhe um enigma; o tempo dava-lhe a decifração.

Machado de Assis
Iaiá Garcia (1878).

A falta de afeição é que traz a injustiça.

Machado de Assis
Histórias da meia-noite (1873).

Nota: Trecho do conto Ponto de vista.

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Para que vieste / Na minha janela / Meter o nariz? / Se foi por um verso / Não sou mais poeta / Ando tão feliz.

O valor e o preço de um homem consistem no seu coração e na vontade, é la que se encontra sua verdadeira honra. A valentia é a firmeza, não de suas pernas e braços, mas da coragem e da alma.

Ainsi toujours poussés vers de nouveaux rivages,
Dans la nuit éternelle emportés sans retour,
Ne pourrons-nous jamais sur l'océan des âges
Jeter l'ancre un seul jour?