Frases de Tati Bernardi

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Tatiane Bernardi Teixeira Pinto é uma publicitária paulistana, autora de quatro livros e muito conhecida no mundo virtual por seus textos, site e blog.

Acho normal. Acho perfeitamente normal lembrar com carinho que você sempre dava um jeito de me mandar mensagens em datas festivas. Estivesse você casado ou namorando ou ilhado num templo budista, dava um jeito. Era como se dissesse, sem dizer “eu sei que já faz tempo, mas ainda amo você”.

Peço licença ao meu ódio tão feio e tão infinito para te amar só mais uma vez

Porque você é exatamente o que eu quero,
eu sou exatamente o que você quer,
mas as nossas exatidões não funcionam numa conta de mais.

Você é meu príncipe. Depois de tantos amores estranhos, pequenos, errados e tortos, finalmente eu reconheci no seu olhar centralizado e no seu sorriso espalhado... o meu princípe.

Eram essas coisas meio erradas que faziam a vida tão certa.

E mesmo sorrindo por aí, cada um sabe a falta que o outro faz.

esse orgulho não vai me levar a lugar nenhum.
ótimo, adoro ficar em casa.

E lembro da primeira vez que eu te vi e te achei meio feio, vesgo, estranho. Até que você me suspendeu no ar por razão nenhuma eu tive certeza que meu filho nasceria um pouco feio, vesgo e estranho.

Estou pesquisando as calorias da borboleta, depois que meu estômago foi invadido por centenas delas.

Porque o que quase foi não pode atrapalhar o que ainda pode ser.

Nosso vínculo não é do tipo que pode ser quebrado com a ausência, a distância ou o tempo. Se antes de você aparecer eu já te amava, eu já te esperava, eu já sabia que você existia, como eu posso não te amar agora que você tem forma, sorriso, coração e nome?

Eu quis que ele não soubesse meu nome, depois quis ter o dele logo depois do meu.

O nome disso é saudade, aquilo que eu tinha tanto, e te falava sempre.

Sim, a tecnologia é mesmo fantástica, só que hoje eu queria sumir com você para um lugar onde não pegasse o celular, não pegasse a internet, não pegasse a televisão, mas que a gente, em compensação, se pegasse muito.

Sou uma carta gigante, chata, cheia de erros, longa demais, muito complicada. “Chega”, alguém, com preguiça de ler sobre o amor ou sem coração para se emocionar com uma carta, disse. E eu virei bolinha de papel.

Tudo bem: não é a primeira vez que você se sente tão perdida, usada, burra e sozinha.

Mas aí lembrei, no meio da minha gargalhada, como eu queria contar essa história para você. E fiquei triste de novo.

O problema não é a saudade bater, o problema é só eu apanhar.

...Aí ele chega, tão lindo. E vai embora, tão feio. E liga, tão bobo. E some, tão especial. E eu morro, ainda que não ligue a mínima.

Cansada de gritar. Acho que vou latir