Frases de Salomão

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Salomão é um personagem bíblico, foi o terceiro rei de Israel. Hábil conselheiro e grande administrador, construiu o templo de Jerusalém

O sujeito não é simplesmente anterior às normas que o constituem.

A precariedade da vida torna a ética inseparável da política e da proteção jurídica.

Reconhecer a vulnerabilidade do outro significa reconhecer também nossa própria dependência e responsabilidade perante ele.

Nenhuma identidade humana existe completamente fora das relações sociais e normativas.

A capacidade de sofrer constitui uma consideração moral fundamental e pode provocar questionamentos sobre os limites jurídicos da proteção.

A distância geográfica não elimina nossa responsabilidade moral nem necessariamente nossa responsabilidade humanitária.

A ética exige que examinemos criticamente hábitos que tratamos como naturais, inclusive aqueles incorporados ao ordenamento jurídico.

Uma ação moralmente relevante pode exigir sacrifício pessoal, embora o Direito não possa transformar toda moralidade em obrigação jurídica.

A riqueza aumenta nossas possibilidades de agir em favor de outros, mas também suscita questões de justiça distributiva.

A ética não deve ser limitada às fronteiras da própria espécie, embora o Direito ainda organize grande parte de sua proteção em torno da pessoa humana.

O sofrimento evitável desafia nossas justificativas morais e pode questionar a suficiência das normas existentes.

Consistência ética exige aplicar princípios semelhantes a situações semelhantes, princípio também relevante para a igualdade jurídica.

A moralidade pode exigir que reconsideremos práticas culturalmente aceitas e, eventualmente, sua legitimidade jurídica.

O altruísmo racional pode transformar recursos individuais em benefício coletivo sem confundir virtude moral com dever legal.

Não precisamos acreditar no fenômeno para estudar juridicamente suas consequências.

O segredo militar protege o Estado; o Direito determina até onde esse segredo pode alcançar.

Nem todo segredo de Estado é ilegítimo, mas nenhum segredo estatal está acima do Direito.

Quando o céu se torna território do sigilo, o Direito pergunta quem tem legitimidade para ocultar aquilo que foi observado pela sociedade.

A segurança nacional pode justificar o silêncio do Estado, mas não transforma o silêncio em verdade jurídica permanente.

Entre o interesse militar e o direito à informação existe uma fronteira que somente o Direito pode delimitar.