Frases de Salomão
Reconhecer a vulnerabilidade do outro significa reconhecer também nossa própria dependência e responsabilidade perante ele.
A capacidade de sofrer constitui uma consideração moral fundamental e pode provocar questionamentos sobre os limites jurídicos da proteção.
A distância geográfica não elimina nossa responsabilidade moral nem necessariamente nossa responsabilidade humanitária.
A ética exige que examinemos criticamente hábitos que tratamos como naturais, inclusive aqueles incorporados ao ordenamento jurídico.
Uma ação moralmente relevante pode exigir sacrifício pessoal, embora o Direito não possa transformar toda moralidade em obrigação jurídica.
A riqueza aumenta nossas possibilidades de agir em favor de outros, mas também suscita questões de justiça distributiva.
A ética não deve ser limitada às fronteiras da própria espécie, embora o Direito ainda organize grande parte de sua proteção em torno da pessoa humana.
O sofrimento evitável desafia nossas justificativas morais e pode questionar a suficiência das normas existentes.
Consistência ética exige aplicar princípios semelhantes a situações semelhantes, princípio também relevante para a igualdade jurídica.
A moralidade pode exigir que reconsideremos práticas culturalmente aceitas e, eventualmente, sua legitimidade jurídica.
O altruísmo racional pode transformar recursos individuais em benefício coletivo sem confundir virtude moral com dever legal.
Quando o céu se torna território do sigilo, o Direito pergunta quem tem legitimidade para ocultar aquilo que foi observado pela sociedade.
A segurança nacional pode justificar o silêncio do Estado, mas não transforma o silêncio em verdade jurídica permanente.
Entre o interesse militar e o direito à informação existe uma fronteira que somente o Direito pode delimitar.
