Frases de rock

Se queres vencer na vida, consulta três velhos.

Você tem que criar a confusão sistematicamente, isso liberta a criatividade. Tudo o que é contraditório cria vida.

Quando você nasceu todos sorriam e só você chorava. Faça de tudo, pois quando você morrer todos irão chorar e você sorrirá.

Violento mesmo é o amor, o resto é só cara de mal.

Se viver requer coragem então
Viva pra ser feliz, não viva em vão.

“Alguns pensam que resistir nos fortalece, mas às vezes é desistir que faz isso”
(Herman Hesse)

Está aí uma coisa que nunca saberei nem compreenderei - do que os humanos são capazes.

Você sabe que encontrou a felicidade quando vive um momento que não quer que acabe.

Eu te amo, Elena. É porque a amo que… Não posso ser egoísta com você. Você não merece isso. Eu não a mereço, mas meu irmão merece.

Conhecimento vem do seu professor. Sabedoria, do seu interior.

Olhe para dentro, para as suas profundezas, aprenda primeiro a se conhecer.

Sigmund Freud
Character and culture (1963).

A vida é muito maior que a soma de seus momentos.

As memórias são traiçoeiras! Num momento você está perdido num carnaval de prazeres com o aroma da infância, os neons da puberdade. No outro, elas te levam a lugares onde a escuridão e o frio trazem à tona as coisas que você queria esquecer.

Coringa
Batman: The Killing Joke (1988)

Eu sonho minha pintura e então eu pinto o meu sonho.

Jean-Baptiste-Camille Corot
Musical Courier, Nova York, v. 57. n. 21, p. 20, 18 nov. 1908.

Nota: O pensamento costuma ser atribuído a Van Gogh, mas essa atribuição foi feita por volta da década de 1990. Em 1908, o pensamento havia sido creditado a outro pintor, o francês Jean-Baptiste-Camille Corot, na revista nova-iorquina "Musical Courier".

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Homens fortes criam tempos fáceis e tempos fáceis geram homens fracos, mas homens fracos criam tempos difíceis e tempos difíceis geram homens fortes.

Pessoas não são como bonecas, não podemos brincar com elas e depois guardá-las na caixa.

Não venha roubar minha solidão, se não tiver algo mais valioso para oferecer em troca.

Às vezes sentava-me na rede, balançando-me com o livro aberto no colo, sem tocá-lo, em êxtase puríssimo.

Clarice Lispector
Felicidade clandestina. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

Nota: Trecho do conto Felicidade clandestina.

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Todas as coisas são números.

Só és senhor daquilo que que podes dispensar. Do que não podes, és escravo.