Frases de rock

Para mudar o mundo, antes é preciso mudar a nós mesmos! Ajuda para caramba, sabia?

Aprenda que: Tem dias que estou hiper sensível e tem dias que estou bandida. Portanto, quando eu estiver sensível, cuide de mim. E quando estiver pra bandida cuide muito bem de você!

‎Meu território é outro... faço parte da manada que corre para o impossível!

Por favor, não faça de mim uma piada. Termine a entrevista falando no que acredito. Não me importo em fazer piadas, mas não quero parecer uma. Quero ser uma artista, uma atriz com integridade

Ninguém sabe o que vai acontecer no próximo minuto, e mesmo assim as pessoas andam para frente. Porque confiam. Porque têm fé.

Ela passaria a noite a rezar, a olhar para o céu escuro, a velar por alguém.

Clarice Lispector
Perto do coração selvagem. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

Afasta-te da companhia dos perniciosos, eles fazem nascer em ti um licenciosidade que lhe é natutal

E eu impávida finjo que não tenho dono. Pontas de cigarro apagadas eu recebo. Um dia vou pegar fogo.

Clarice Lispector
Um sopro de vida. Rio de Janeiro: Rocco, 2015.

Cansei de morrer na vida das pessoas. Por isso matei você. Antes que eu morresse de amor. Matei você.

Não quero ser perfeito pra ninguém, mas quero ser o suficiente pra você.

O primeiro passo para um sentimento bom o bastante para um relacionamento duradouro é o respeito.

Vamos nos acostumar a viver na estranheza, na esquisitice, protegendo-nos como podemos de atos, fatos e idéias bizzaros.

Nada de mau me aconteceria, tinha certeza, enquanto estivesse dentro do campo magnético daquela outra pessoa.

Como se vive num mundo tão hipócrita tendo tanta verdade dentro do coração?

E convém não esquecer que bitributação é quando arrancam seis vezes o dinheiro do cidadão. Pois o normal já é tributação.

Nunca é longe demais o caminho que nos conduz à casa de um amigo.

Distância é o fim pra quem tem coração.

Ame, e cumpra a sua vontade.

Talvez eu me ache delicada demais apenas porque não cometi os meus crimes. Só porque contive os meus crimes, eu me acho de amor inocente.

Clarice Lispector
Felicidade clandestina. Rio de Janeiro: Editora Rocco, 1998.

Nota: Trecho do conto Perdoando Deus.

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Se Puder Sem Medo