Frases de rock

Aqueles que começarem a queimar livros, logo acabarão queimando pessoas.

Acredita sempre que cada dia que amanhece é teu último.

É preciso estar sempre embriagado. Para não sentirem o fardo incrível do tempo, que verga e inclina para a terra, é preciso que se embriaguem sem descanso. Com quê? Com vinho, poesia, ou virtude, a escolher. Mas embriaguem-se.

Agradecer o bem que recebemos é retribuir um pouco do bem que nos foi feito.

O pequeno êxtase da palavra fluir junto do pensamento e do sentimento: nessa hora como é bom ser uma pessoa! (...) Eu me encontro nos outros. Tudo o que dá certo é normal. O estranho é a luta que se é obrigado a travar para obter o que simplesmente seria o normal.

Clarice Lispector
A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.

Nota: Trechos da crônica Os prazeres de uma vida normal.

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Eu te conheci por acaso. Aliás, foi o acaso mais lindo da minha vida.

As pessoas são aquilo que elas amam.

Cansei das promessas de compra e das devoluções gastas do meu corpo. Cansei de expor minha alma se no fim tudo acaba mesmo.

Para amar em paz, a habilidade mais importante não é lembrar, mas esquecer.

“As sociedades modernas vivem tempos insanos. A serenidade é um artigo de luxo”

Nosce te ipsum

Ninguém é maduro quando se trata de amor.

Nenhum homem jamais se sentiu perfeitamente feliz no presente; se acontecesse, isso o entorpeceria.

Vamo pra guerra mulherada! Tamo véia, desiludida, de saco cheio, cínica, cansada, mas não tamo morta!

Aqui jaz um homem que soube ter junto a si homens que eram mais inteligentes que ele.

O sol há de brilhar mais uma vez. A luz há de entrar nos corações...

Sempre pensei que tais histórias vêm em parte das nuvens; não sendo assim, por que nos comovem elas mais do que qualquer coisa que podemos ver por nós mesmos? O certo é que não há livro escrito que se compare.

O pesadelo era o descanso do desespero. Passava noites a sonhar e os dias a cismar.

A felicidade não é apenas ter ou alcançar, mas sim compartilhar. Estenda sua mão! Compartilhe, sorria e abrace.

O que têm de bom as nossas mais caras recordações é que elas geralmente são falsas.

Mario Quintana
Caderno H. Rio de Janeiro: Objetiva, 2013.