Frases de rock

Diga-lhes que esta vida não cessou de me maravilhar.

(últimas palavras)

A justiça, cega para um dos dois lados, já não é justiça. Cumpre que enxergue por igual à direita e à esquerda.

Onde quer que ela estivesse, lá estava o paraíso.

A águia nunca perde tanto tempo como quando se submete a aprender com o corvo.

Como menina-teimosa que sou, ainda insisto em desentortar os caminhos.
Em construir castelos sem pensar nos ventos.
Em buscar verdades enquanto elas tentam fugir de mim.
A manter meu buquê de sorrisos no rosto, sem perder a vontade de antes.

Cris Carvalho

Nota: Trecho do texto "Dona moça".

Amor-próprio é quando seu intestino devolve seu coração limpo depois de semanas em ácida digestão.

A palavra política significa elevação para a participação no poder ou para a influência na sua repartição, seja entre os Estados, seja no interior de um Estado ou entre os grupos humanos que nele existem.

Não me diga que a Lua está brilhando; mostre-me o seu reflexo num caco de vidro.

Desconhecido

Nota: O pensamento costuma ser atribuído a Anton Chekhov, mas, apesar de ter escrito uma ideia semelhante em uma carta escrita para o irmão, não se sabe se Anton é o criador da frase.

...Mais

Acima de todas as liberdades, dê-me a de saber, de me expressar, de debater com autonomia, de acordo com minha consciência.

Que o Deus me ajude a conseguir o impossível, só o impossível me importa.

Clarice Lispector
Uma aprendizagem ou O livro dos prazeres. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

Tenha felicidade bastante para fazê-la doce. Dificuldades para fazê-la forte. Tristeza para fazê-la humana. E esperança suficiente para fazê-la feliz.

Desconhecido

Nota: Trecho do texto Há momentos, que costuma ser erroneamente atribuído a Clarice Lispector.

Em vida, observo muito, sou ativa nas observações, tenho o senso do ridículo, do bom humor, da ironia, e tomo um partido.

Clarice Lispector
Crônicas para jovens. Rio de Janeiro: Rocco, 2015.

Nota: Trecho da crônica Dois modos.

...Mais

O céu estrelado por sobre mim e a lei moral dentro de mim.

Tudo no Estado, nada contra o Estado, e nada fora do Estado.

Enfrentei o terror da morte e, transpondo-o, encontrei a flor da vida.

Enfeite-se com margaridas e ternuras
E escove a alma com flores
Com leves fricções de esperança
De alma escovada e coração acelerado
Saia do quintal de si mesmo
E descubra o próprio jardim...

Artur da Távola

Nota: Trecho de um texto do autor, muitas vezes atribuído erroneamente a Carlos Drummond de Andrade.

Olhos são testemunhas melhores do que ouvidos.

Tome a mesma moça aos 20 e aos 30 anos. No segundo momento ela será umas sete ou oito vezes mais interessante, sedutora e irresistível do que no primeiro.

Trata-se de uma decepção diferente: não tenho ódio nem vontade de chorar.

Quero melhorar em tudo. Sempre.