Frases de rock

Como é duro odiar os que se gostaria de amar.

Dedica-se a esperar o futuro apenas quem não sabe viver o presente.

O amor nasce de pequenas coisas, vive delas e por elas às vezes morre.

A maneira mais fácil e mais segura de vivermos honradamente consiste em sermos, na realidade, o que parecemos ser.

Alguns pensam que para se ser amigo basta querê-lo, como se para se estar são bastasse desejar a saúde...

Melhor do que todos os presentes por baixo da árvore de Natal é a presença de uma família feliz.

A vida é cheia de obrigações que a gente cumpre, por mais vontade que tenha de as infringir deslavadamente.

Machado de Assis
Dom Casmurro (1899).

O universo é uma harmonia de contrários.

Haja hoje para tanto ontem

O mal que os homens praticam sobrevive a eles; o bem quase sempre é sepultado com eles.

Não me ajeito com os padres, os críticos e os canudinhos de refresco: não há nada que substitua o sabor da comunicação direta.

Conhecer os outros é inteligência, conhecer-se a si próprio é verdadeira sabedoria. Controlar os outros é força, controlar-se a si próprio é verdadeiro poder.

Três coisas devem ser feitas por um juiz: ouvir atentamente, considerar sobriamente e decidir imparcialmente.

Quiseste expor teu coração a nu.
E assim, ouvi-lhe todo o amor alheio.
Ah, pobre amigo, nunca saibas tu
Como é ridículo o amor... alheio!

Viver significa lutar.

As pessoas felizes lembram o passado com gratidão, alegram-se com o presente e encaram o futuro sem medo.

Botas...as botas apertadas são uma das maiores venturas da terra, porque, fazendo doer os pés, dão azo ao prazer de as descalçar.

Machado de Assis

Nota: Adaptação de trecho do livro "Memórias Póstumas de Brás Cubas".

Há uma inocência na admiração: é a daquele a quem ainda não passou pela cabeça que também ele poderia um dia ser admirado.

Friedrich Nietzsche
Para Além do Bem e do Mal

A arte diz o indizível; exprime o inexprimível, traduz o intraduzível.

A gente não se liberta de um hábito atirando-o pela janela: é preciso fazê-lo descer a escada, degrau por degrau.

Mark Twain
Pudd’nhead Wilson (1894).