Frases de Realidade
A verdade que em vida você sente todas sensações que pode te fazer se sentir especial, e quando você morre você não leva nenhuma delas !
Sou como um diamante, pronto para lidar com a luz e a escuridão. A minha força atrai a tudo e a todos, sou objeto agregador e modificador de realidades e percepções.
O mundo vai nos julgar e por mais difícil que seja poderemos escolher entre nos acomodar ou nos incomodar. No incômodo, temos mais uma etapa de escolha entre julgar e culpar ou agir e mudar. Só assim transformaremos a nossa realidade!
E se algum dia contestarem quem realmente és, veja se a trajetória deste ser possui algo notável e benévolo comparado as suas ações.
Desentendimentos existem para lhes mostrar quem realmente são as pessoas as quais sempre falaram ao seu respeito por aí.
"Há o descanso decerto
De um corpo num jazigo.
Mas a alma se vê num deserto
A procura de um abrigo."
Rogério Pacheco
Poema: Texto de rotina
Livro: Vermelho Navalha
Teófilo Otoni/MG
"Se existe amor
E no outro possessão
Não há relação que resista
A intensa intenção!"
Rogério Pacheco
Poema: Intensa intensão
Livro: Vermelho Navalha
Teófilo Otoni/MG
"Já nos apaixonamos tanto
Sem dilema e sem medir o quanto!
Por que agora um novo sistema
Se o teorema já se chega ao fim?"
Rogério Pacheco
Poema: intensa intensão
Livro: Vermelho Navalha
Teófilo Otoni/MG
"O som de um quê que ouvimos
São os gritos agudos
Das almas loucas
Que desdenham frenéticas
De nossas preces históricas."
Rogério Pacheco
Poema: Câmara da redenção
Livro: Vermelho Navalha
"Entre a luz e a escuridão
Há a penumbra.
Entre um sonho afável
E um pesadelo…
O meio termo é acordar.
Mas e após a morte?
Há o refluxo à vida…
E você não precisa acreditar.
Rogério Pacheco
Poema: Câmara da redenção
Livro: Vermelho Navalha
Teófilo Otoni/MG
"Sei que ainda existo!
No grito de todo louco!
Nos sonhos de qualquer morto!
Na miséria no conforto!
Na putrefação de todo corpo!
‒ Ainda existo?"
Rogério Pacheco
Poema: Abrolhos latentes
Livro: Vermelho Navalha - 2023
Teófilo Otoni/MG
"Sei que ainda existo!
No monte de qualquer lixo!
No pêndulo do relógio que não é fixo!
No aglomerado do cortiço!
Nos segredos de um crucifixo!
‒ Ainda existo?"
Rogério Pacheco
Poema: Abrolhos latentes
Livro: Vermelho Navalha
Teófilo Otoni/MG
A mente fechada é como o fanatismo. É não estar aberto a uma ideia que confronte a paixão pelo que se acredita, defendendo-a a todo custo, pois já não consegue enxergar a vida de outra maneira que não seja dentro da bolha que foi alimentada.
