Frases de Quase um ano de Namoro

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As obras de caridade que se praticam com tibieza e como que a medo, nenhum mérito, nem valor têm.

A verdade literária nunca poderá ser a verdade da natureza.

Por que estás assim,
violeta? Que borboleta
morreu no jardim?

A honestidade é uma cor delicada, que teme o ar.

Ninguém se pode gabar de nunca haver sido desprezado.

O verdadeiro amor só conhece a igualdade.

A vitória de uma facção política é ordinariamente o princípio da sua decadência pelos abusos que a acompanham.

Ninguém é tão prudente em despender o seu dinheiro, como aquele que melhor conhece as dificuldades de o ganhar honradamente.

A poesia é uma doença cerebral.

Nas desventuras comuns, reconciliam-se os ânimos e travam-se amizades.

Os abusos, como os dentes, nunca se arrancam sem dores.

A honra quer dizer o preconceito de cada pessoa e de cada condição.

Existem a beleza que excita, a que comove e a que satisfaz: a melhor é a última.

O erro máximo dos filósofos foi pretender sempre que os povos filosofassem.

Nas mulheres, a resolução é difícil, a execução é fácil.

O dever dos juízes é fazer justiça; a sua profissão, a de deferi-la. Alguns conhecem o próprio dever e exercem a profissão.

O nascer não se escolhe e não é culpa nascer do ruim, e sim imitá-lo; e é culpa maior nascer do bom e não imitá-lo.

Ninguém é mais adulado que os tiranos: o medo faz mais lisonjeiros que o amor.

Na admissão de uma opinião ou doutrina, os homens consultam primeiramente o seu interesse, e depois a razão ou a justiça, se lhes sobeja tempo.

Os moços de juízo honram-se em parecer velhos, mas os velhos sem juízo procuram figurar como moços.