Frases de Quase um ano de Namoro

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Muita luz deslumbra a vista, muita ciência confunde o entendimento.

A luxúria é como a avareza: aumenta a sua própria sede com a aquisição de tesouros.

A preguiça dificulta, a atividade tudo facilita.

Os soberbos são ordinariamente ingratos; consideram os benefícios como tributos que se lhes devem.

A utilidade da virtude é de tal modo evidente que os maus a praticam por interesse.

O trabalho é amargo, mas os seus frutos são doces e aprazíveis.

Se fazes o bem para que te o agradeçam, negociante és, não benfeitor; cobiçoso, não caritativo.

A nossa imaginação gera fantasmas que nos espantam durante toda a nossa vida.

Sempre vimos boas leis, que fizeram com que uma pequena república crescesse, transformarem-se depois num peso para ela, depois de grande.

Os lugares de chefia fazem maiores os grandes homens, e mais pequenos os homens pequenos.

As repúblicas acabam pelo luxo; as monarquias, pela pobreza.

O amor-próprio dos tolos desculpa o das pessoas inteligentes, mas não o justifica.

O mundo, que não é causador de nenhum bem, é cúmplice de muitas infelicidades; depois, quando vê eclodir o mal que ele maternalmente chocou, renega-o e vinga-se.

O invisível é real. As almas têm o seu mundo.

A honra tem assim, as suas regras supremas, e a educação é obrigada a respeitá-las. Os princípios são que nos é sem dúvida permitido preocuparmo-nos com a fortuna, mas que nos é absolutamente proibido fazer o mesmo com a nossa vida.

Num povo ignorante a opinião pública representa a sua própria ignorância.

O aborrecimento entrou no mundo pela mão da preguiça.

O silêncio, ainda que mudo, é frequentes vezes tão venal como a palavra.

A autoridade não se consegue sem prestígio, nem o prestígio sem distanciamento.

Parece, Meu Caro ..., que as cabeças dos homens mais notáveis minguam quando se reúnem, e que onde há mais sábios, há também menos sabedoria. Os grandes grupos, prendem-se tanto aos momentos e aos vãos costumes, que o essencial não vem senão depois.