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Frases de poetas famosos que emocionam em cada palavra

Duvide do brilho das estrelas.
Duvide do perfume de uma flor.
Mas nunca duvide de um amor.

Nunca amamos ninguém. Amamos, tão-somente, a ideia que fazemos de alguém. É a um conceito nosso - em suma, é a nós mesmos - que amamos. Isso é verdade em toda a escala do amor.

Fernando Pessoa

Nota: Trecho de poema de "Autobiografia sem Factos", de Fernando Pessoa.

A morte, que sugou-lhe o
mel dos lábios, inda não
conquistou sua beleza.
(Romeu e Julieta)

Nada sou, nada posso, nada sigo.
Trago, por ilusão, meu ser comigo
Não compreendo, compreender nem sei
Se hei de ser, sendo nada, o que serei?

O amor é suspiros e lágrimas, fé e fervidão, fantasia, paixões e desejos; adoração, aceitação e reverência; pureza, aflição e obediência.

Juro que te amo
mas não sei ate quando
me descobri no teu sorriso
sincero, meigo e profundo
que desencadeou os portais
do meu mundo obscuro.

Tudo é ousado para quem a nada se atreve.

É das coisas, que os sonhos são feitos.

O amor é igual a uma borboleta: quando você tenta pegá-la, ela foge, mas quando você está distraído, ela vem e pousa em você!

Quando danças, queria que fosses como a onda do mar, para que nunca fizesse outra coisa.

Não suspirem mais, mulheres, não suspirem mais,
Os homens sempre foram enganadores,
Um pé no mar, e outro, na margem,
Nunca constantes em coisa alguma.

Num único beijo saberás tudo aquilo que tenho calado.

Pablo Neruda
Crepusculário

Deixe que o tempo passe e já veremos o que ele traz.

Ninguém merece tuas lágrimas, e quem as merece não te fará chorar.

Nasci em tempos rudes. Aceitei contradições, lutas e pedras como lições de vida e delas me sirvo. Aprendi a viver.

Quando explicamos a poesia ela torna-se banal. Melhor do que qualquer explicação é a experiência directa das emoções, que a poesia revela a uma alma predisposta a compreendê-la.

Quando se vê, já são 6 horas: há tempo...
Quando se vê, já é 6ª feira...
Quando se vê, passaram 60 anos!

Mario Quintana
Antologia poética. Rio de Janeiro: Objetiva, 2015.

Nota: Trecho do poema Seiscentos e sessenta e seis.

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Já não sei andar só pelos caminhos,
Porque já não posso andar só.

Fernando Pessoa
“O pastor amoroso”. In Poemas de Alberto Caeiro. Lisboa: Ática, 1946.

Nossos corpos são nossos jardins, cujos jardineiros são nossas vontades.

Viajar é mudar a roupa da alma.