Frases de Pobre Coitado

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Do meu outono os desfolhos,
Os astros do teu verão,
A languidez de teus olhos
Inspiram minha canção...

Pode se viver uma vida em um momento.

O pregador sempre prega aquilo de mais necessita

DOCE ALINE:

"PRECIOSA BELEZA É A QUE VEM DE
DENTRO DE TI E SE REFLETE NESTES LINDOS OLHOS E NESTE LINDO ROSTO
ANGÉLICO QUE TU TENS MINHA DOCE MENINA.."

Deus não poderá fazer nada com suas obras se antes ele não possuir seu coração.

O caminho mais rápido para a felicidade é a loucura.

A minha escuridão pode causar medo, o meu vazio pena, minha mente confusão, o meu olhar certeza, minha palavra mistério e verdade, meu caminho longo; Mais tema mais meu brilho no escuro, do que minha escuridão no claro

Poesia é a loucura das palavras.

Manoel de Barros
BARROS, M. Poesia Completa. São Paulo: Leya, 2011.

Nota: Manoel de Barros in Matéria de Poesia

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Ame o próximo como se fosse a sexta-feira.

(...) quando percebi que eu sou poetisa fiquei triste porque o excesso de
imaginação era demasiado.

A saciedade é um tédio terrível

Se você quer, faça por merecer,
Se você deseja, corra pra alcançar
pois nada muda se você não mudar,
nada cai do céu além da chuva.

⁠O olho vê, a lembrança revê, e a imaginação transvê... É preciso transver o mundo.

Manoel de Barros
Livro sobre nada. Rio de Janeiro: Record, 1996.

Quando você defender uma ideia, procure a origem dessa ideia.

Dizem que o amor move o mundo, mas é claro que o ódio não fica atrás.

A velhice tem gemidos,
- A dor das visões passadas -
A mocidade - queixumes,
Só a infância tem risadas!

Um homem com IDEAL tem um barco no coração e uma bússola na cabeça. Por isso, não há tempestade que o afunde ou lhe tire do rumo certo.

Neimar de Barros
Deus negro: (poesias e pensamentos). 1973

[É preciso] desinventar os objetos. O pente, por exemplo. É preciso dar ao pente funções de não pentear. Até que ele fique à disposição de ser uma begônia. Ou uma gravanha. Usar algumas palavras que ainda não tenham idioma.

Manoel de Barros
BARROS, M. O livro das ignorãças. Rio de Janeiro: Editora Record, 2000.

"A inteligência, ao contrário do dinheiro ou da saúde, tem esta peculiaridade: quanto mais você a perde, menos dá pela falta dela."

É inútil tentar convencer quem acha que já sabe. Sem a humilhação preliminar que quebra a autoconfiança postiça e cria o desejo de saber, nada é possível.