Frases de Pedro
Somente quem está por baixo
Sabe qual a dificuldade
De subir na vida
Tendo em vista,
A honestidade e dignidade.
Abri meu coração pra você,
Eu sei, você não quis ouvir
Mas pelo menos procure entender
Observo você como se fosse
O último de mim em você.
Tudo bem, você deve estar em outro lugar
Um lugar mais bonito
Enquanto eu aqui,
Voltando a sonhar.
A gente cresce e quer liberdade
A gente cresce e vê
Que o que me falavam
Era tudo sujeira de viam na TV.
O que me incomoda aqui não é o avanço da tecnologia, mas sim do que ela nos privou: da capacidade de não fazer nada.
A leitura exige tempo, pausa e silêncio – suplementos que não encontramos à venda em forma de gomas.
Ler é baixar o ritmo, é lidar com o tédio em alguns momentos.
Se até o eco se perde a tentar entrar em minha mente, você acha que com esse seu mapa que fez de mim saberá o caminho?
> *"O que aconteceu no passado não define quem você é hoje. O presente é sua verdadeira identidade."*
> **Samuel P. Chongo, Sócrates - O Pensador**
"Gosto de ver a pessoa incrível que você se tornou. Quero estar presente, cercando-a com meu carinho e minha eterna amizade sincera ... porque, pra mim, estar ao seu lado, de qualquer forma, sempre valerá a pena."
“As cortinas já se fecharam e as luzes se apagaram, então por que você insiste em usar essa máscara?.”
O xadrez não é diferente da vida real, viver é pensar antes de fazer uma jogada, pois um simples erro pode lhe trazer a derrota.
Viver sem você, é a mesma coisa de jogar xadrez sem ter uma rainha no tabuleiro, pois o jogo torna-se mais difícil e minha vida é assim se você.
um dia depois do amanhã
talvez seja segunda-feira
estarei definitivamente só
tornar-me-ei criador de barcos
feitos de um fino e branco papel
que venderei como simetrias
plenas de um aço sonhado
com que rompi a terra infértil.
(Pedro Rodrigues de Menezes, "criador de barcos")
multiplicam-se sombras
ténue pestilência
sigilo absoluto
infestam mudas
o chão
a parede
o tecto
e a alma
à luz da noite
brotam
impetuosas
precipitando a diáspora
do corpo humano.
(Pedro Rodrigues de Menezes, "infestação")
de que vale o consolo humano da lágrima
trespassando a carne viva do coração
se são os meus horrendos e gigantes pés
ágeis pincéis que sangram no céu escarlate?
(Pedro Rodrigues de Menezes, "inutilidade da lágrima")
nunca o meu corpo abstracto
na sua infinita aritmética
encontrou a geometria da mão
que o elevasse ao quadrado
multiplicador da sua raiz.
(Pedro Rodrigues de Menezes, "obtusidade no corpo")
