Frases de Paulo Coelho Veronika Decide Morrer

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Tendo a ser, mas pouco:
resta ainda um tempo
que me espera e reclama.

O receio aumenta-nos os desgostos, tal como os desejos os prazeres.

A ignorância que se conhece, se julga e se condena não é uma ignorância completa: para que o seja, é preciso que se ignore a si mesma.

O temor da morte é a sentinela da vida.

A vingança comprimida aumenta em violência e intensidade.

Um homem só está seguro daquilo que possui.

Quem muito nos festeja, alguma coisa de nós deseja.

É na idade da ambição que se prova a têmpera dos homens.

O corpo é um caminho:
ponte, e neste efêmero abraço
busco transpor o abismo.

A alma dos imperadores e dos sapateiros são tiradas do mesmo molde.

Amai o que jamais se verá duas vezes.

O fraco ofendido desabafa maldizendo.

Compreender é perdoar.

A razão do mais forte é sempre a melhor.

Virtude invejada é duas vezes virtude.

Deus é o poeta, os homens são apenas os actores.

Nem a fortuna nem a grandeza são, por si sós, suficientes para sermos felizes.

Querendo prevenir males de ordinário contingente, o homem prudente vive sempre em tortura, gozando menos do presente do que sofre no futuro.

O estudo confere ciência, mas a meditação, originalidade.

O homem não é bom nem mau, nasce com instintos e aptidões.