Frases de Paulo Coelho Veronika Decide Morrer
Minha escola tem nome: eremonopsicofilosofante. Onde só há um professor: Pauleremonopsicofilosofante.
Sou Pauleremonopsicofilosofante: na dor aprendi, na tristeza cresci, na solidão venci. Filho do mar, mas eu não me afogo.
Dor é escola. Tristeza é tinta. Solidão é casa.
Alfonsina Buconzo Ngoio é mãe. Eu sou outro.
Não confunde. Meu nome não é sombra. É raiz, raiz de Paulo Macaia Poba, meu pai, meu chara e meu Deus na Terra.
Em 2 anos não fiquei velho. Fiquei casca: dor me cortou, fé me costurou, esperança me assinou: Pauleremonopsicofilosofante. E hoje: um eremonopsicofilosofante.
Às vezes o meu coração toma decisões erradas e influencia o corpo a comete-lós e no final de tudo é a mente que resolve tudo.
É engraçado e gostoso ver a mente e o coração discutindo. Mas às vezes é interessante, estressante, curioso e chamativo.
Lapiseira azul, tinta preta, caderno de folhas de papel brancas. Expresso, exprimo e boto o que virá da mente ou do coração.
Escrevo sangue com o próprio sangue que saiu do coração, passa na mente e o seu destino está com Deus. Desenho essa passagem com um lápis de cor verde.
O grito da liberdade de expressão agrada o coração, o coração grato por ter uma mente como a do Pauleremonopsicofilosofante.
A sua mente mente o coração porque foi mentido calma e relaxadamente pelo espelho do espírito do sangue.
Sou o tipo que corta o teu pescoço na foto de meio corpo ou tipo passe e coloco a sua cabeça no copo de água da qual você cuspiu porque sentiu o sal e o açúcar no mesmo
limite porque têm o mesmo aspecto.
Tapo o ouvido esquerdo para não ouvir a mente e tapo o ouvido direito para não ouvir o coração, sendo assim, quando eu tapo os dois ouvidos é para poder dormir.
Entro dentro do meu corpo e percebo que num meio copo de água e vejo duas pessoas: a mente e o coração, mas são gêmeos e por vezes nem sabia quem disse isso e aquilo.
