Frases de Menina á Mulher

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''A ganância é uma doença e doente eu fico!''

"A verdadeira nobreza não exige títulos de posse, mas uma generosidade tão vasta que faz do mundo inteiro o seu herdeiro."

"A riqueza trilionária começa no espírito: se for da vontade de Deus, a escassez de hoje é apenas o cenário do milagre de amanhã."

"A solidão é como o vento, vai e volta. O amor é como o ar que respiramos, está sempre presente."

"A tarde está chegando, o sol está se pondo, as aves retornando e eu aqui compondo."

“Os sentimentos não desaparecem quando ignorados; eles apenas aprendem novas formas de voltar até serem escutados.”
— Juliana Hoffmann Liska

''A vida acabou e veio outra.''

“Nem todo silêncio é ausência de resposta; às vezes é apenas o espaço onde a alma ainda está tentando se compreender.”
— Juliana Hoffmann Liska

A coragem não me foi inata, foi escolhida, escolho-a todo dia, em passos curtos, a escolha virou estilo.

A gratidão veio como consequência, não é consolo, é testemunho do esforço, sinto-a como alimento.

O sucesso é etiqueta do trabalho persistente, coloco-a com humildade e seguimento, não me acomodo na tradução do rótulo.

A autocrítica é ferramenta de aperfeiçoamento, uso-a para ajustar, não para destruir, com ela o ofício se aprimora.

A melhor tática é calar e deixar que o Altíssimo mova as peças que a sua limitação não alcança.

A compaixão virou um alvo fácil em um campo de batalha onde cada um luta apenas pela sua sobrevivência.

A verdade tem dentes, mas não morde para matar, morde para acordar. Quando a digo, sinto-a arrancar peles de desculpa. O processo é doloroso, ainda assim, necessário. Porque uma verdade tortuosa vale mais que conforto fingido. E sobrevivo à mordida sabendo que cura virá depois.

A poesia mora nas frestas de silêncio entre duas frases. Ali se empilham sentidos que o discurso não alcança. Quem lê com pressa perde o sustento do verso. Por isso, aprendo a esperar onde a pontuação respira. E descubro que o mundo cabe melhor no recuo da palavra.

A dor tem uma língua própria, poucos se oferecem para traduzi-la. Conto-a com as mãos e às vezes com olhos partidos. Não peço aplausos, só que alguém tente entender o sotaque. Quando encontro esse ouvido, a dor muda de tom e emagrece. Dividir o idioma do ferimento é já metade da cura.

Quando a esperança parece de vidro, protejo-a com pano fino. Não a exponho ao vento de opiniões alheias. Se quebrar, guardo os cacos e aprendo a colar de novo. A cada remendo, ela vira arte com marca de costura. E toda esperança remendada brilha de forma diferente.

A integridade é um pequeno altar que levo no bolso. Não a exponho para que se veja, guardo-a para que funcione. Ela me lembra decisões quando o mercado pede atalhos. Ser íntegro é preferir a estrada estreita e firme. E assim chego ao fim do dia com pouco peso na consciência.

O amor que ofereço agora é mais prudente, mais profundo, mais consciente, aprendi a não desperdiçar meu coração.