Que coisa feia, chamar de louca aquela que um dia já chamou de amor!
E coisa bonita foi o meu amor, que mesmo sabendo que me chamastes de louca para tantos, ainda assim, não neguei o teu amor.
naquele turbilhão de imagens multicoloridas
há um céu de delírio, perplexo com a loucura
naquele exato instante, mil beijos foram perdidos
há um conserto wagneriano, executado por bocas
entre sonoros acordes do estatelar de lábios famintos.
E nesse implícito do meu eu. Deixo escapar venetas de loucuras.
Que venham pessoas a me julgar...
Na maneira que me comportei.
Mas só eu sei como sou de verdade.
Que me julguem os medíocres...
Pois só os fortes me encontrará na minha eterna e doce loucura.