madruguei no teu anseio, e respirei o teu desejo.
e em cada lágrima que nascesse no canto do teu olhar,
encontrava o resultado de cada estrofe que minha boca ousou gaguejar
OUTRO PLANO
As lágrimas são inevitáveis
Nesse miserável corpo humano
São muitos erros imponderáveis
Vários pecados de um profano
Mas são verdades inseparáveis
Mesmo a quem se julga em outro plano!
DIA DE SANTOS
Santo ou não, aqui meu pranto
Lágrimas que são saudade
Que irrigam o que planto
No exemplo eternidade
É lembrança em cada canto
Eis a lei da humanidade
Ampulheta vai gastando
Esperando a Divindade
Vir cobrir-me com meu manto!