Frases de Homem

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A liberdade do homem não é um mal, mas um bem. O mal está no uso dessa liberdade para fins afastados do bem superior. O que não se pode deixar de considerar é que toda e qualquer posição que negue a possibilidade de uma retribuição extraterrena coloca o homem em situação de máxima perplexidade, que só o pode levar do pessimismo ao desespero.

Tem um sentido a minha vida? A vida de um homem tem sentido? Posso responder a tais
perguntas se tenho espírito religioso. Mas, “fazer tais perguntas tem sentido?” Respondo: “Aquele que considera sua vida e a dos outros sem qualquer sentido é fundamentalmente infeliz, pois não tem motivo algum para viver”.

O Homem sempre ansiou por um Deus pessoal a quem se dirigir na sua desgraça, em busca de ânimo e de conforto. Talvez nalgum dia ainda distintíssimo, uma visão mais clara lhe mostre que deve procurar ânimo e conforto na sua própria alma. Creio que Deus está dentro de mim ou não está em lugar algum.

São quatro os tipos de homem:

Aquele que não sabe, e não sabe que não sabe. É um tolo: evite-o;
Aquele que não sabe, e sabe que não sabe. É um simples: ensine-o;
Aquele que sabe, e não sabe que sabe. Está dormindo: acorde-o;
Aquele que sabe, e sabe que sabe. É um sábio: respeite-o.

E Deus criou o homem a sua imagem e semelhança, e sendo Deus amor, o homem foi feito de amor, com amor e para o amor. E assim, o homem deve amar, sempre, a cada instante, a cada semelhante, próximo ou distante, porque o amor é a essência divina tatuada na alma humana. Por isso nunca devemos deixar de amar. Ame!

Meu tipo de homem? Rsrsrs

(...) Tem que ser Lobo, gostar do silêncio da noite
falar baixinho no pé do ouvido, tem que tocar a alma,
tenho que me sentir protegida em seus braços, tem
que ter calor, carinho e pegada, tem que olhar nos olhos,
tem que ser forte para me domar e ser maduro para me
fazer ficar. Tem que ser romântico e saber me amar.

Nenhum homem é uma ilha," pobre John Donne.

"Todo homem é um oceano de imensidão e profundidade insondáveis. O homem só se revela quando ama e para quem ama.

Só conhecemos nós mesmo o próximo, quando estamos ligados pela força imensurável dos afetos verdadeiros, sejam estes de amor e de sublime amizade."

Assim como o homem que veio do norte, guiado por ventos antigos em busca de um novo horizonte, também eu caminho pelo pedregal desconhecido. Carrego nos ombros o peso dos dias, mas no peito, uma fé silenciosa, a de que, além das fronteiras do que sou, encontrarei um destino mais vasto que a realidade que hoje me aprisiona.

O ORGASMO:
De mil prazeres se compõe,
este do homem sentir,
e da mulher desejar!... Que pena a ela não vir; que pena a nela faltar.

Inserida por manuel_santos_1

O homem só é são depois que goza.⁠

Inserida por LeonardoVeiga

⁠⁠"... nos instantes de volúpia quando, no êxtase do g0zo, o homem perde consciência do mundo exterior e, na expressão popular, "morre no outro". Isso significa que a morte e o amor têm uma estreita semelhança."

Inserida por MarcioAAC

O espírito de procrastinação está dentro de todos os homens. Queremos ser ricos, mas, sempre que as oportunidades aparecem diante de nós, esse espírito de procrastinação nos incita, com o nosso próprio consentimento, a adiar as coisas. Por dar ouvidos a ele, tornamo-nos nossos piores inimigos.

O homem mais rico da Babilônia (livro)
CLASON, George S. O homem mais rico da Babilônia. Rio de Janeiro: Ediouro, 1997.
Inserida por pensador

A razão satisfaz apenas a faculdade de raciocinar do homem, enquanto que a vontade é a expressão da totalidade da vida, ou seja, da vida humana inteira, inclusive a razão e seus escrúpulos; e embora nessa vida, tal como se exprime assim, se torna às vezes má, nem por isso deixa de ser a vida, e não uma extração de raiz quadrada.

Fiódor Dostoiévski
F. Dostoiévski - Memórias do Subsolo, 1864

⁠“Ao homem que ama com sabedoria — e não apenas com impulsos —, o mundo inteiro perde valor diante da serenidade afetiva que encontra em uma única mulher.

Porque o verdadeiro afeto não é motivado pela novidade, mas pela neurosegurança emocional, pelo reconhecimento, e pela dopamina que só a paz genuína pode liberar no cérebro.

Inserida por RamsayGouveia46

Não só de pão viverá homem! Eu creio que o pão representa tudo o que o homem tem buscado desde Adão. O pão é a busca por seu próprio prazer, por sua própria satisfação, por suas ambições. Mas o que sai da boca de Deus é fonte geradora de vida e regeneração. O pão vai perecer, mas o que sai da boca do Eterno ao teu respeito prevalece.

Inserida por tiagobelinha

Menino lindo....menino esse de olhar sereno e traços marcantes que transparece na alma.
Menino encantador que sorri do nada e acalma a tempestade por onde passa
Menino...Homem! Homem esse de abraços fortes e beijos calientes, fogo que queima, fogo que arde, paixão sem limites
marcando eternamente um ser.

O homem é livre tanto para conhecer o que quiser como para agir da forma que quiser, mas Deus através da sua providência conhece também o futuro das ações humanas. Essas duas ideias parecem contraditórias, mas para Maimônides elas são conciliáveis, como essa conciliação acontece é que nós não sabemos.

(Página 2).

Ser companheira dos meus medos e dar a mão a eles foi a coisa mais bonita que me aconteceu. Também decidi que não quero saber de gente bem resolvida. E que nunca mais vou planejar assassinar ninguém que tenha fechado um cruzamento no trânsito. O homem é projeto. E a informação a respeito de si é puro ouro.

... feliz é quem pode evitar para sempre certas individualidades. Para aprender a suportar os homens, deve-se praticar a própria paciência em relação a objetos inanimados, os quais, em virtude de uma necessidade mecânica ou de qualquer outra necessidade física, resistem tenazmente à nossa ação. Para tal exercício, há oportunidade diária.

“O que pode suscitar uma pequena história é quanto por trás do cientista reside um homem, com suas ignorâncias, suas incertezas e suas crenças tantas vezes muito pouco científicas”.
(trechos do texto elaborado para crianças lusófonas integradas no programa interescolar "Ciência Viva", Julho de 2004, publicado em "Pensatempos)