Frases de Gente Falsa

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O certo era a gente estar sempre brabo de alegre, alegre por dentro, mesmo com tudo de ruim que acontecesse, alegre nas profundezas. Podia? Alegre era a gente viver devagarinho, miudinho, não se importando demais com coisa nenhuma.

Guimarães Rosa
Grande Sertão: Veredas

Aprendi que não se deve expor felicidade em vitrine. É muita gente olhando e sempre tem um desgraçado pra jogar uma pedra.

Porque a vida é assim: quando o outro vai embora é que a gente descobre o tamanho do espaço que ele ocupava.

Se meu sorriso mostrasse o fundo de minha alma, muita gente, ao me ver sorrir, choraria comigo.

Que coisa misteriosa o sono!... Só aproxima a gente da morte para nos estabelecer melhor dentro da vida...

Mário de Andrade
ANDRADE, M., Amar, Verbo Intransitivo, 1927

Não é só a morte que iguala a gente. O crime, a doença e a loucura também acabam com as diferenças que a gente inventa.

Todos elogiam o sonho, que é o descansar da vida. Mas é o contrário, Doutor. A gente precisa do viver para descansar dos sonhos.

Tem tanta gente sendo feliz e você com medo da entrega se baseando nas histórias tristes.

Por que é tudo tão injusto? Se a gente se ama por que não podemos ficar juntos? Se nos queremos perto, por que moramos tão longe? Se seu coração é meu lar, por que eu fui embora? Por que a gente tem que sofrer por amar demais? Por que?

Continuo não querendo conhecer gente que eu não conheço.

O negócio é este: quando a gente quer se fazer de tolo, quase sempre se consegue.

(As Crônicas de Nárnia)

Talvez a gente goste da dor. Porque sem ela, talvez, a gente não se sentisse real.

Amor é tipo Papai Noel: todo mundo sabe que não existe, mas tem gente que gosta de esperar.

Gosto de ser gente porque, inacabado, sei que sou um ser condicionado mas, consciente do inacabamento, sei que posso ir mais além dele.

Paulo Freire
Pedagogia da Autonomia

Matar não quer dizer a gente pegar o revólver de Buck Jones e fazer bum! Não é isso. A gente mata no coração. Vai deixando de querer bem. E um dia a pessoa morreu.

José Mauro de Vasconcelos
O meu pé de laranja lima. São Paulo: Melhoramentos, 2004.

Que a gente não espere perder alguém para valorizar a importância de gastarmos nossa energia com quem nos faz sorrir, e que o resto seja tão somente resto, e consequentemente descartado para dar lugar ao que merece espaço.

E quando a gente sabe que gosta, mas não sabe se quer?

Gosto de gente com a cabeça no lugar, de conteúdo interno, idealismo nos olhos e dois pés no chão da realidade.

Desconhecido

Nota: Trecho de um poema de autoria desconhecida.

Mas a gente sempre erra, como dizia Paulo Freire, somos seres inacabados, há sempre novos erros a cometer, novas lições a aprender

Sou a favor da transparência, de gente de verdade, sem retoques, sem artifícios.