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Frases de Fernando Pessoa Porta Aberta

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Nunca se esqueça: Quando um capítulo termina, outro começa.

Sempre chega um momento em que até o bom se torna insuportável.

Eu quero me chamar Mar você dizia e ria e ríamos porque era absurdo alguém querer se chamar Mar ah mar amar e você dizia coisas tolas como quando o vento bater no trigo te lembrarás da cor dos meus cabelos você não vai muito além desses príncipes pequenos.

Graças a Deus — que existe e, lá de cima, tá vendo tudo. Batalho ferozmente a minha paz.

"Por que, na segunda-feira, eles (nós) não revelam a carência do fim de semana e se dizem coisas duras?"

Perdoar passa a ser mais fácil quando você decidir deixar de acreditar que é uma vítima.

Eu não estou disposto a sofrer, desculpa.

Esse vício de eternidade que a gente tem.

Que seja doce a espera pelas mensagens, ligações e recadinhos bonitinhos. Que seja (mais do que) doce a voz ao falar no telefone.

Quando desvio meu olho do teu, dentro de mim guardo sempre teu rosto.

Dormir 24 horas foi a maneira mais delicada que encontrei de não perturbar
o equilíbrio de vocês — que é muito delicado. E também de não perturbar o meu
próprio equilíbrio — que é tão ou mais delicado.

Quero dividir meus erros, loucuras, beijos, chocolates... Apague minhas interrogações.

É preciso que você venha nesse exato momento. Abandone os antes. Chame do que quiser. Mas venha. Quero dividir meus erros, loucuras, beijos, chocolates… Apague minhas interrogações.

Só quem já teve um dragão em casa pode saber como essa casa parece deserta depois que ele parte.

Já não sou o mesmo, como você também não é. Endureci um pouco, desacreditei muito das coisas, sobretudo das pessoas e suas boas intenções. Mas o que vivemos vai ficar guardado para sempre dentro de nossos corações.

De repente – ou não de repente, mas tão aos pouquinhos, e tão igual todo dia que era como se fosse assim, num piscar de olhos, num virar de página – passou-se muito tempo.

Meu coração é um mendigo mais faminto da rua mais miserável.

E exigimos o eterno do perecível, loucos.

Virava as páginas lentamente, há muito tempo antes, e não me surpreendia nem me atemorizava pensar que muito tempo depois estaria da mesma forma de mãos dadas com um outro eu amortecido — da mesma forma — revendo antigas fotografias. Mas o que me doía, agora, era um passado próximo.

O simples me faz rir, o complicado me aborrece.