Selecção semanal
5 achados que vão mudar sua rotina Descobrir

Frases de Fernando Pessoa Porta Aberta

Cerca de 166490 frases e pensamentos: Frases de Fernando Pessoa Porta Aberta

Tudo que é verdadeiro volta.

Queria que você gostasse de mim por mim. Caótico, distraído, perigosamente despreocupado. Meio despenteado, tão preocupado com coisas vagas. Queria que você também se encantasse com minhas imperfeições, os trejeitos que nem vejo, meus vícios e virtudes.

E de repente, não mais que uma tarde quase quebrando de tão clara, você chegou na minha saudade.

Alguma coisa aconteceu comigo. Alguma coisa tão estranha que ainda não aprendi o jeito de falar claramente sobre ela.

Quando eu parei de procurar ser amada, parece que o mundo começou a me amar mais.

Não queria pedir mais do que você tinha, assim como eu não daria mais do que dispunha, por limitação humana. Mas o que tinha, era seu. Fiquei. Você sabe que eu fiquei. E que ficaria até o fim, até o fundo.

E lá vou eu, nas minhas tentativas, às vezes meio cegas, às vezes meio burras, tentar acertar os passos. Sem me preocupar se a próxima etapa será o tombo ou o voo.

Descobri vivendo que sofrer não deixa nada mais dramático, que chorar não alivia a raiva e que implorar não traz ninguém de volta... a palavra é valor!

E continuo. Apesar da saudade. Apesar de me sentir pela metade. Continuo porque é o que resta.
Aprendi que se a gente não levar a vida, ela nos leva de qualquer jeito.

Sim, tenho vontade de me jogar pela janela, mas nunca foi possível abri-la. Não, não sei o que gostaria que você me dissesse. Dorme, quem sabe, ou está tudo bem, ou mesmo esquece, esquece.

Volta que eu te cuido.

Esquece. Não vou atrás de ninguém. Não mais.

Algumas coisas não servem mais. Você sabe. Chega. Perda de tempo, paciência e sentimento.

Meu pacto é um pacto sagrado com a paz, a felicidade, a harmonia e o sucesso, as realizações construtivas, a simpatia e a boa vontade com todos.
Quero sorrir, cumprindo meu dever. Quero ser útil, sem nunca esmorecer.

Na segunda-feira, volto brava e masoquistamente, como se volta sempre para um caso de amor desesperado e desesperançado, cheio de fantasias de que amanhã ou depois, quem sabe, possa ter conserto. Este, amargamente, não sei se terá.

Porque o tempo passado, filtrado pela memória e refletido no tempo presente – agora -, parece sempre melhor. E terá mesmo sido?

Eu não te pergunto nada, não te peço nada, até não me preocupo onde e com quem você esteja. Mas toda noite eu sussurro bem baixinho até o sono vir: me ama por favor.

Essa ternura bruta que destrói por excesso inábil de amor.

Uma alegria que era o avesso daquela que tinham me treinado para sentir.

Preciso de um colo que ninguém dá. Mas tudo bem.