Frases de Consolo de Mae

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Se chiar resolvesse, sal de frutas não morria afogado

Mascarados não podem se amar!

O Amor é igual ao rio, prolonga seu percurso com curvas só para tornar mais belo o encontro com o mar.

A poesia é a pintura dos ouvidos, asim como a pintura é a poesia dos olhos.

É dando que se recebe... é perdoando que se é perdoado...

Ah, quem me dera. Ir-me contigo agora a um horizonte firme, comum. Embora amar-te. Ah, quem me dera amar-te sem mais ciúmes. De alguém em algum lugar que nem presumes..

Toda dor é passageira... cedo ou mais tarde vai sarar, a dor vai passar, a ferida vai cicatrizar, e uma pessoa mais forte você se tornará.

A palavra me olha nos olhos e me diz calma,
fugidia e imensa:
há muita poesia guardada na paciência.
Espero.

A ausência de sua presença me faz mal, sinto que sem você nada será como era antes.

A maioria das pessoas passam a vida a procura da pessoa certa, vivendo algumas paixões e sentimentos passageiros, que só temos a noção que não era de verdade quando acaba, porque o que é verdadeiro e recíproco não acaba jamais.

Uma mulher tem que ter
Qualquer coisa além de beleza
Qualquer coisa de triste
Qualquer coisa que chora
Qualquer coisa que sente saudade.

A palavra limite muito se assemelha com a palavra limiar; começar. Superar um limite realmente é começar uma nova fase, em que teremos mais capacidade para fazer as escolhas certas, na hora certa.

Reflete que os movimentos do coração não estão nas mãos da vontade.

Machado de Assis
A Mão e a Luva (1874).

O funcionário insatisfeito fecha a porta da empresa e, entregas a chave nas mãos do cliente revoltado.

A impunidade é o colchão dos tempos; dormem-se aí sonos deleitosos. Casos há em que se podem roubar milhares de contos de réis... e acordar com eles na mão.

Machado de Assis
Gazeta de Notícias, 17 maio 1896.

Os corações discretos são raros; a maioria não é de gaviões brancos que, ainda feridos, voam calados, como diz a trova; a maioria é das pegas, que contam tudo ou quase tudo.

Machado de Assis
Iaiá Garcia (1878).

Não transmiti a nenhuma criatura o legado de nossa miséria.

Machado de Assis
Memórias póstumas de Brás Cubas (1881).

Dê um pouco de poesia à vida, mas não caia no romanesco; o romanesco é pérfido.

Machado de Assis
Iaiá Garcia (1878).

Não maltrate quem faria de tudo pra te ver feliz.
O tempo passa, as pessoas mudam e tudo se transforma apenas na lembrança dolorida do "Eu podia ter dado valor."

Nunca Desista de Nunca Desistir

Guilherme de Sá
Rosa de Saron