Frases de Brahma Kumaris sobre a Alma
As estrelas
continuam a
clarear as
noites escuras
do mundo
Contemporâneo,
o fato do intenso
nevoeiro, da garoa
contínua e do
longo eclipse
persistirem, o seu
brilho jamais
se apagou.
Tenho medo de perder o encanto do seu sorrisoe a magia dos teus olhos que de noite depositaram sobre os meus labios, o perfume da sua pele...
Um homem precisa de ouvidos fortes
Para ouvir o que se diz sobre ele,
Quando é julgado com liberdade.
No meu sono de menina
Onde descanso minha alma
Liberto o meu espírito
De eterna criança
Nesse meu sonho
Liberto minhas asas
E viajo pelo meu céu
Onde aprendo a crescer
Quando acordo
É como uma mulher
Mas sempre com um sonho
De menina.
(K.G.X.S.)
O luar enche a terra de miragens
E as coisas têm hoje uma alma virgem,
O vento acordou entre as folhagens
Uma vida secreta e fugitiva,
Feita de sombra e luz, terror e calma,
Que é o perfeito acorde da minha alma.
“A pureza d’alma se perde com o passar do tempo, devido a malévola influência da sociedade e daqueles que convivem, educam e compartilham do dia-a-dia daqueles que um dia foram crianças e tinham pureza d’alma.”
Seu amor alimenta meu corpo,seu sbeijos aquecem meu coração,
seu abraço me enriquece a alma,é você o motivo de eu viver
Você poder ser pequeno ou grande... sua alma pode ter o tamanho que tiver... mas só tem, porque Deus é a medida
A vida não é sobre encontrar a si mesmo. A vida é sobre a criação de si mesmo.
Nota: O pensamento costuma ser erroneamente atribuído a George Bernard Shaw e Mary McCarthy, mas acredita-se que seja uma adaptação de um pensamento do jornalista Sydney J. Harris.
...MaisViver não é relatável. Viver não é vivível. Terei que criar sobre a vida. E sem mentir. Criar sim, mentir não. Criar não é imaginação, é correr o grande risco de se ter a realidade. Entender é uma criação, meu único modo.
Onde está a imaginação? Ando sobre trilhos invisíveis. Prisão, liberdade. São essas as palavras que me ocorrem. No entanto não são as verdadeiras, únicas e insubstituíveis, sinto-o. Liberdade é pouco. O que desejo ainda não tem nome.
Com a ponta do dedo indicador, então, sobre a vidraça embaçada, você risca um traço, aparentemente à toa. Como na infância, nos dias de tempestade. Depois você desenha outro, e outro.
