Escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta.
Não quero só o ombro e o colo, quero também sua maior alegria.
Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto.
Nota: Esse pensamento vem sendo repassado como sendo de diversos autores, entre eles Oscar Wilde ou Marcos Lara Resende. No entanto trata-se de um trecho adaptado do texto “Crônica para os Amigos” de Sérgio Antunes de Freitas, publicado em 23 de setembro de 2003.
Hoje está triste a noite, sem lumiar minh’alma,
e mesmo assim uma fagulha de alegria, resiste,
insiste no íntimo, deita a minha dor com calma,
luto contra tal mutante ferida fria, que persiste