Frases de Bob Marley sobre Dor
Meu silêncio costuma gritar verdades que minha boca não tem coragem de dizer para não estragar a noite.
Eu converso com meus demônios não porque gosto do inferno, mas porque eles são os únicos que não julgam minha bagunça.
O niilismo te liberta de deus, mas te aprisiona no nada; o humanismo te liberta de ambos, te dando a única coisa real: a responsabilidade.
O niilista diz que sem deus tudo é permitido; o humanista entende que sem deus somos finalmente os únicos responsáveis por tudo o que permitimos.
Se o seu deus é tão poderoso, por que ele sempre precisa que os homens mais gananciosos da terra façam a coleta do dízimo por ele?
Prefiro o brilho curto de uma vida bem vivida ao mofo de uma eternidade suportando a mediocridade de quem não tem nada a dizer.
Não me venha com promessas de vida eterna se o elenco for esse; prefiro a brevidade de um instante real ao tédio infinito de uma existência rodeada de gente irrelevante!
Minha conta é simples: uma única vida intensa vale mais do que mil anos de conversas vazias e sorrisos falsos. Se o paraíso é cheio de gente chata, prefiro que meu tempo acabe logo.
Nada é mais agressivo à inteligência do que a ideia duma vida eterna sob o comando dum ser que exige louvor constante; se o cristianismo é real, a destruição definitiva da minha consciência é o maior prêmio de liberdade que eu poderia receber.
Eu nunca vou ser um filosófo, não tenho roupa para isso, inclusive eu não fumo e não tenho um cachimbo!
Você não precisa ter religião para ter senso de moral. Se não consegue distinguir o certo do errado, o que falta é caráter e não religião!
Nos esforçamos tanto para ser inesquecíveis que acabamos virando apenas um rascunho mal feito na memória de quem nunca soube ler.
A fé num deus que orquestra o mal cotidiano é a maior obscenidade intelectual, uma ilusão que mascara a crueldade inerente à natureza, tornando os crentes escravos dum monstro invisível que ri do sofrimento humano enquanto finge benevolência.
No vazio caótico do niilismo, o amor emerge como uma alucinação selvagem, quase incapaz de se sustentar, mas persistente o suficiente para desafiar a insignificância, transformando o desespero numa esperança arrogante que devora o nada.
Um cristão tentou me ofender me chamando de "gay". Mal sabe ele que isso não me atinge. Ofensa, para mim, seria ser chamado de "cristão" e ser associado à religião que carrega o histórico mais sangrento e hipócrita da humanidade. Disso, eu sim teria extrema vergonha.
