Frases de Bob Marley sobre Dor

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Quando olhar para o abismo tenta te paralisar, lembre-se: a ponte só existe porque alguém ousou construí-la.

A grande tragédia não é que a vida termine, mas que alguns nunca se permitam amar profundamente enquanto existe.

Amar é um ato de rebeldia contra o vazio, uma afirmação de que importamos uns para os outros.

Entre nascer e morrer, o que mais importa é como escolhemos vivenciar esse intervalo.

O humanista não nega a morte, ele a usa como motivo para intensificar tudo que faz sentido enquanto vive.

O niilismo confunde desespero com clareza; o humanismo vê que clareza verdadeira nasce da ação responsável.

Fanáticos vestem máscaras de santidade, mas por baixo são escravos de mentiras que nem ousam questionar.

Viver é desafiar o destino com ódio puro, transformando o inevitável em uma rebelião eterna.

A moral não desce das nuvens; ela surge do barro da vida cotidiana, suja e real.

Sou o universo em colapso, querendo o infinito, carregando o amor como uma supernova.

O silêncio não é a ausência de som, é o momento em que o ruído das mentiras sociais finalmente cessa e você é obrigado a ouvir o grito ensurdecedor da sua própria insignificância, ou, se tiver coragem, o estalar das chamas da sua própria consciência.

O amor é o único erro de cálculo que vale a pena cometer num universo indiferente; é a única forma de cuspir na cara do nada e dizer: "Hoje não, hoje eu escolhi a alucinação de ser importante para alguém".

A normalidade é o necrotério das almas vibrantes. Prefiro o meu caos particular, torto e incompreendido, do que essa simetria higienizada que vocês chamam de saúde mental, mas que cheira a formol e conformismo.

Conservadorismo é o fetiche de quem sente saudade de uma coleira que nunca tirou; é o medo de que, se o mundo mudar, eles finalmente descubram que nunca tiveram personalidade, apenas um manual de instruções mofado.

Eu mudo de rota a cada dez anos porque me recuso a ser o museu de mim mesmo. Se eu não me trair de vez em quando, acabo virando estátua, e estátua só serve para os pombos da mediocridade cagarem em cima.

Deus é a desculpa dos covardes para não enfrentarem o caos nu e cru da existência.

O ateísmo devora deuses como um lobo faminto rasga carne podre, deixando apenas ossos para os tolos que ainda uivam preces vazias.

Amor surge do caos como uma faísca em pólvora seca, incendiando almas que outrora congelavam no gelo do desespero solitário.

Corrupção rasteja pelas veias do poder como veneno lento, transformando líderes em marionetes podres que dançam para o ouro sujo.

Liberdade explode correntes invisíveis como dinamite em minas abandonadas, libertando mentes que sufocavam no ar viciado da obediência cega.