Frases de Ausência

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“A maior ameaça ao Estado de Direito talvez não seja a ausência de leis, mas a existência de leis que ninguém consegue compreender.”

O Direito não é a ausência de conflitos, mas a recusa de resolvê-los pela destruição do outro.

A paz pública não é ausência de violência; é a presença confiável de instituições capazes de impedir que a violência governe.

A corrupção não é a ausência da lei, mas a presença da lei submetida a interesses que não deveriam governá-la.

A tragédia climática começa quando o Direito confunde a ausência de proibição com a existência de legitimidade.

A solidão do século XXI não é a ausência de pessoas; é a ausência de pertencimento em meio à abundância de presenças.

A tela pode registrar nossa presença sem jamais compreender nossa ausência.

Onde o medo decide o que é lícito, a lei já não protege a liberdade; administra sua ausência.

“A liberdade não é ausência de limites; é a certeza de que os limites também possuem limites.”

“O maior perigo do Direito não é a ausência de leis, mas a existência de leis que ninguém mais ousa questionar.”

A serenidade não significa ausência de conflito; significa não permitir que o conflito governe nossa razão.

A paz social não é ausência de direitos, mas equilíbrio entre direitos que poderiam entrar em conflito.

A pobreza não é apenas ausência de dinheiro; frequentemente é ausência de poder de escolha.

A liberdade não é ausência de limites; é a existência de limites impostos também ao poder.

O excesso de rigidez institucional pode ser tão destrutivo quanto a ausência de estabilidade.

A liberdade não é ausência de limites, mas ausência de dominação arbitrária.

A liberdade não consiste em ausência de regras, mas em não estar submetido à vontade arbitrária de outro.

O problema jurídico do século digital talvez não seja a ausência de informação, mas a presença de uma informação tão personalizada que o indivíduo deixe de perceber o mundo fora dela.

A bolha informacional não aprisiona o indivíduo pela ausência de mundo, mas pela repetição de um mundo suficientemente confortável para parecer completo.

A ciência não precisa provar que Deus não existe; basta reconhecer que a ausência de evidência não autoriza transformar uma hipótese metafísica em fato científico.