Frases de Amor teu Rosto Meigo

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Se prestares atenção no teu discurso, perceberás que ele é guiado pelos teus propósitos menos conscientes.

Se fizeres do dinheiro o teu deus, ele atormentar-te-á como o demónio.

A tua virtude põe a tua glória acima do teu crime.

Mais vale seres pedreiro se é esse o teu talento.

Mede a altura do teu espírito pela sombra que projecta.

Não seja o teu pesar pelo que fizeste senão o propósito de tua futura melhora; todo outro arrependimento não é senão morte.

Teu azul profundo,
nos olhos do cristal tímido,
cintila o mundo

Como provar,
no favo do teu corpo,
o mel das tuas coxas?

Nunca esperes que o teu amigo te descubra a necessidade que o aflige.

Por mais humilhado que seja o teu inimigo, ele será sempre temível.

Fala bem do teu inimigo apenas quando tiveres certeza de que irão repeti-lo.

Nesta curva tão terna e lancinante
que vai ser que já é o teu desaparecimento
digo-te adeus
e como um adolescente
tropeço de ternura
por ti.

durante o teu sonho
eu brinco com as nuvens
e tu não sabes de nada

com mãos de hera
enlaço teu corpo
oferto em espera

Segue o teu caminho e deita-te nele apenas para morrer.

Depois de estar com você, de sentir teu cheiro, tua pele, encostar a mão no seu rosto, ouvir coisas banais, enroscar meus dedos em seus cabelos, enfim, de sentir você, eu tenho, tive e sempre terei absoluta certeza de que eu não quero que você saia da minha rotina. Permaneça sempre, por favor.

Amo como ama o amor. Não conheço nenhuma outra razão para amar senão amar. Que queres que te diga, além de que te amo, se o que quero dizer-te é que te amo?

Fernando Pessoa

Nota: Trecho adaptado de "Fausto: tragédia subjectiva", de Fernando Pessoa.

A amizade é um amor que nunca morre.

Mario Quintana
QUINTANA, Mário. Porta Giratória. Globo, 1988.

Lutar pelo amor é bom, mas alcançá-lo sem luta é melhor.

William Shakespeare

Nota: Trecho adaptado da peça "Noite de Reis", de William Shakespeare.

Tão bom morrer de amor! E continuar vivendo...

Mario Quintana
Baú dos espantos, Porto Alegre: Editora Globo.1986.p. 596 p. 87.

Nota: Trecho do poema Conversa Fiada, compilado na obra referida de Mário Quintana.

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