Frases de Amor Louco

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Eu acredito no amor, acredito no riso, acredito na eternidade, acredito na felicidade.

As pessoas tentam comprar o amor com suas posses, mas o dinheiro, se compra o mundo, não compra o sentido da vida.

O amor é um Rock e a personalidade dele é um pagode...

Eu sou meio ciumenta, bem chata, quero ser mãe e acredito no amor da minha vida. Acredito no amor pra sempre.

O amor é vitorioso no ataque e invulneravel na defesa.

Casamento é a união de duas pessoas imperfeitas, sendo aperfeiçoadas pelo verdadeiro amor de Deus.

Na paixão, eu me perco. No amor, não me procuro com medo de perder o outro.

O amor é um enorme exagero de diferença, entre uma pessoa e as restantes.

Deus, põe teu olho amoroso sobre todos os que já tiveram um amor sem nojo nem medo, e de alguma forma insana esperam a volta dele: que os telefones toquem, que as cartas finalmente cheguem … Sobre todos aqueles que ainda continuam tentando, Deus, derrama teu Sol mais luminoso.

Amor vem de amor. Digo. Em Diadorim, penso também - mas Diadorim é a minha neblina...

O que conta não são as teorias que se tem na mente, mas o amor que se tem no coração.

Amor verdadeiro você percebe no olhar, no sorriso, no jeito de falar, no jeito de abraçar e até no jeito de brigar.

Não desejo mais nada. Nem homens, nem dinheiro, nem amor, somente a capacidade de atuar!

Uma noite de amor é um livro a menos lido.

O amor de um pelo outro é como uma extensa sombra que se beija, sem qualquer esperança de realidade.

Anaïs Nin
NIN, A., A Casa do Incesto, Assírio e Alvim, 1993

O verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo, por conjunção estelar.

Martha Medeiros
Trem-bala. Porto Alegre: L&PM Editores. 1999.

Nota: Trecho da crônica As razões que o amor desconhece.

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Meu amor, disciplina é liberdade.

A porta para a felicidade é o amor. E qual é a porta para o amor? Deus.

Se sou amado, quanto mais amado mais correspondo ao amor.

Mas não há paixão sofrida em dor e amor a que não se siga uma aleluia.

Clarice Lispector
Água viva. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.