Frases de Amor de Escritores Famosos

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E que as coisas boas se multipliquem
Mais risos, mais alegrias, muita paz e harmonia
todo amor do mundo aos nossos corações!

"O amor perguntou ao ódio: Porque me odeia tanto??? E o ódio respondeu por que um dia te amei demais."

Não existe amor perfeito, existe amor capaz. Amor capaz de fazer você se desprender de todos os seus medos.

O que acaba com o odio é o amor.

Algo que aprendi foi que diante do amor verdadeiro, não se desiste. Mesmo que essa pessoa implore que desista.

As pessoas confundem amor com casamento.

O amor, devagarinho, esgarça o tecido que veste as nossas defesas e deixa a nossa alma toda de fora. Depois, sorri, encantado, diante da beleza singular da nossa nudez.

Escrever é como prostituição. Primeiro você faz por amor, depois para alguns amigos próximos e depois por dinheiro.

Ferenc Molnár
NATHAN, George Jean. The Intimate Notebooks of George Jean Nathan. Nova York: Alfred A. Knopf, 1932.

Nota: A citação costuma ser atribuída a Virginia Woolf e Molière. Porém, acredita-se que a origem da frase tenha se dado durante uma conversa entre o escritor húngaro Ferenc Molnár e o crítico estadunidense George Jean Nathan, tendo sido posteriormente publicada no livro publicado por este último, em 1932.

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Dor de Amor
Corrói feito veneno
Destrói o peito ameno
Tortura sem matar
Ai de mim
Que não fugi a tempo
Eu não mereço tanto
Eu só queria amar

A beleza do amor que vivo com você não está nas palavras ditas. Está nos momentos inesquecíveis que vivemos.

Desejo e amor. Irmãos. Por vezes gêmeos; nunca, porém, gêmeos idênticos (univitelinos).

Zygmunt Bauman
Amor líquido: sobre a fragilidade dos laços humanos

Quando não quiser mais abrir os envelopes com minhas cartas saberei que já decorou o meu amor.

O amor causa mais incêndios do que o ódio apaga.

E seja lá onde for, me olhe por favor
Não posso tocar sua pele, mas eu sinto seu amor

Os poetas muitas vezes descrevem o amor como uma emoção que não podemos controlar, uma emoção que abafa a lógica e o senso comum.

Noah Calhoun
SPARKS, N. O Diário da Nossa Paixão. Lisboa: Presença, 1999.

A paixão é passageira, mas o amor é para sempre quando se tem a vontade de amar eternamente.

Isso é o que eu chamo de amor platônico: Duas pessoas se comendo com os olhos, com o pensamento. Fazendo nada valer a pena a partir do momento em que decidem nada fazer sobre.

Mas amor e sofrimento são vida, e negando-se a eles você se nega a si mesmo.

Amor é convite; não coação. É persistência; não insistência. É elogio; não humilhação. É escolha, não encolha. É lucidez; não ilusão.

Você não precisa de um copo de Whisky pra tentar esquecer um amor. Precisa também da cerveja, vodca, tequila, caipirinha, martini e ente outros . Se é pra ferrar com tudo, faça direito, e leva um amigo pra ter levar pra casa depois.