Frases de Amizade e Curticao
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Não era ódio. Era amor. Alguns sintomas são os mesmos.
A borboleta, depois de esvoaçar muito em torno de mim, pousou-me na testa.
Machado de Assis
Memórias Póstumas de Brás Cubas. Rio de Janeiro: Typografia. Nacional, 1881.
Vício da fala
Para dizerem milho dizem mio
Para melhor dizem mió
Para pior pió
Para telha dizem teia
Para telhado dizem teiado
E vão fazendo telhados.
Oswald de Andrade
ANDRADE, O. Poesias reunidas. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1971
Já lá dizia o poeta que a verdade pode ser às vezes inverossímil.
Você é mais que um corpo para ser usado,
você é um coração para ser amado!
Se valorize, sempre!
A loucura, objeto dos meus estudos, era até agora uma ilha perdida no oceano da razão; começo a suspeitar que é um continente.
Um homem consola-se mais ou menos das pessoas que perde.
Estávamos ali com o céu em nós. As mãos, unindo os nervos, faziam das duas criaturas uma só, mas uma só criatura seráfica. Os olhos continuaram a dizer coisas infinitas, as palavras de boca é que nem tentavam sair, tornavam ao coração caladas como vinham...
Por que cultivas
as sem perfume
e agressivas
flores do ciúme
O elogio é um meio muito usado, mas sempre novo, de render homenagem à vaidade alheia.
Não existem grandes talentos sem grande vontade.
Ser anjo no mundo de hoje não significa outra coisa senão trazer a luz da diferença.
A felicidade consiste essencialmente em querer-se ser o que é.
O tempo é um tecido invisível em que se pode bordar tudo.
Óculos são instrumentos que ampliam a visão...
O amor também.
O amor tem o poder de prolongar as distâncias.
Os passos perdem a pressa. Chegar não é mais importante.
O encanto está no ir. Um ir eterno, sem destino, sem tréguas.
Um chegar que não chega nunca.
Há uma grandeza, há uma glória, há uma intrepidez em ser simplesmente bom, sem aparato, nem interesse, nem cálculo; e sobretudo sem arrependimento.
Machado de Assis
Obra Completa de Machado de Assis. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, vol. III, 1994.
Nota: Publicado originalmente no jornal "O Cruzeiro", em 2 de junho de 1878.
...Mais A felicidade é tão oposta à vida, que estando nela, a gente esquece que vive.
Eu não sei onde mora a raiz da mágoa.
O que sinto é sua ardência na alma.
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