Frases da Seca do Nordeste
Fiquei triste quando matei uma formiga parace que me humanizei mais sem deus do que com deus sem deus sei que posso ser eu aquela formiga daqui uns séculos...edione silva da paixão
Amanheceu um novo dia para todo a raça humana
Com o santo natalício do nosso Senhor e Salvador.
E a alegria que invade todo do universo é tamanha
Que todas as criaturas cantam hinos de louvor.
Que a noite escura venha a dissipa-se
Na espera do nascimento do Salvador.
E que na espera nosso coração faça-se
Manjedoura para acolher o divino amor.
Aos vinte e cinco dias do mês de dezembro
Eis que chega aquele tão esperado momento
Em que nosso coração manjedoura tornar-se
Para acolher o Verbo divino que se fez carne.
Recusar-se a desejar o mundo através dos desejos do outro é esforçar-se na senda da imitação de Cristo, recusando-se, desse modo, a arremedar o caminho da carne, do mundo e dos principados das trevas.
O fio da espada da justiça e da liberdade
São afiados na procura abnegada pela verdade
Para que seu brilho seja sempre um vivo guia
Dos corações que não se curva às tiranias.
Feliz é a alma que ao fim dum dia de trabalho
Pode retornar sereno para o conforto de seu lar
E repousar a cabeça num travesseiro e descansar
Sem ter seu sono por sua consciência assombrado.
Desejar o que ao outro pertence é um mal. Sem dúvidas. Porém, mais danoso que isso é desejar o que o outro deseja.
O bom ladrão deve saber o que roubar. E se você não sabe o que roubar, você está vivendo errado. Esqueceu algo.
Não confie em desconhecidos e desconfie dos conhecidos. Só assim você conseguirá ter pessoas de confiança.
O mundo é um complexo de idéias as quais, necessariamente, devemos entender um pouco do todo. Sendo assim, não será tarefa fácil nos compreender. Todavia por estarmos fracionados não vejo dificuldade em se doarmos um ao outro no intuito de compreendermos o ponto de convergência entre nós.
Santo Antão, que na vastidão das areias do velho Egito
Consagrou todo o seu coração e toda sua alma ao Senhor,
Num silencioso caminhar penitente de heroicos suplícios
Ensinou-nos a diferenciar os desejos vãos do sublime Amor.
Os ratos e ratazanas onde quer que se alojem
Sempre deixam pra traz um ignóbil rastro
De imundice e ruína no chão por eles pisado
Como legado de sua glutomaníaca rapinagem.
Se a história se divorcia da inspiração advinda da poesia
Ela acaba por entregar-se ao vagar catatônico da boemia
Relativista, caduca e bocó que desde sempre se alinha
Com as mais sangrentas e canhestras formas de tirania.
Que o ano que está por vir
Nos faça crescer e sorrir.
E se nele viermos a chorar e cair
Que Deus nos valha e venha nos acudir,
Ajudando-nos a levantar e a seguir
Pela vereda da retidão e persistir
Na Verdade sem jamais desistir.
