Frases comuns com a palavra porquê
Nem tudo depende do tempo. Nem tudo melhora com o tempo. Porque, às vezes, não é de tempo que precisamos, e sim de atitudes.
“A criança com TDAH muitas vezes promete melhorar, não por mentira, mas porque também sofre quando não consegue cumprir.”
Do livro TDAH: A Mente que Não Descansa, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“A criança que esquece o material não esquece porque não se importa; muitas vezes, ela ainda não possui ferramentas internas para sustentar a própria organização.”
Do livro TDAH: A Mente que Não Descansa, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“A menina silenciosamente desatenta pode carregar um sofrimento imenso justamente porque não incomoda o suficiente para ser percebida.”
Do livro TDAH: A Mente que Não Descansa, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“A dor invisível da mãe atípica não é menor porque ninguém vê; muitas vezes, é maior porque quase ninguém testemunha.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“A mãe atípica aprende a funcionar mesmo destruída, porque quase sempre o mundo só percebe quando ela para.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“Há prisões que não parecem prisões, porque foram construídas com elogios, deveres, sacrifícios e falsas virtudes.”
Do livro O Espelho da Alma Livre — Amor, Consciência e Dissolução do Ego no Silêncio Divino, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“A alma livre ama com as mãos abertas, porque compreendeu que o amor não precisa de correntes para permanecer.”
Do livro O Espelho da Alma Livre — Amor, Consciência e Dissolução do Ego no Silêncio Divino, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“Pensar cansa porque a consciência também consome energia; até a alma encarnada precisa de combustível para atravessar o mundo.”
Do livro Neurônios — O Fio da Consciência: Neurônios, Ciência e o Limite do Humano, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“Abracadabra atravessou os séculos porque a humanidade sempre tentou transformar doença em linguagem e medo em forma.”
Do livro Abracadabra — A Palavra Entre a Fé, a Ciência e o Mito, da autora Nina Lee Magalhães de Sá
“A memória é uma das primeiras formas de justiça, porque aquilo que é esquecido pode ser repetido.”
Do livro Em Nome da Humanidade — A História, as Lutas e as Feridas dos Direitos Humanos, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“O silenciamento também adoece, porque o corpo aprende que existir em palavras pode ser perigoso.”
Do livro A Voz e a Fala — Da Fisiologia da Laringe à Expressão Psíquica: Neurobiologia, Anatomia e Identidade dos Sons Humanos, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“A voz denuncia o que o discurso tenta esconder, porque antes de convencer o outro ela revela o corpo que fala.”
Do livro A Voz e a Fala — Da Fisiologia da Laringe à Expressão Psíquica: Neurobiologia, Anatomia e Identidade dos Sons Humanos, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“Há prisões que não têm grades, porque foram construídas com culpa, dependência, promessa de mudança e medo de partir.”
Do livro Síndrome de Estocolmo — Quando o Afeto Nasce do Cativeiro, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“A vítima não defende o agressor porque a dor é pequena, mas porque o medo muitas vezes reorganiza a percepção da realidade.”
Do livro Síndrome de Estocolmo — Quando o Afeto Nasce do Cativeiro, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“Há violências que confundem a consciência porque chegam primeiro como promessa, acolhimento e aparente proteção.”
Do livro Síndrome de Estocolmo — Quando o Afeto Nasce do Cativeiro, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“O cuidador também precisa ser cuidado, porque ninguém sustenta sozinho a dor de ver alguém amado se perder aos poucos.”
Do livro Alzheimer — Se Eu Não Lembrar, Me Abrace Mesmo Assim. Eu Ainda Estou Aqui, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“O autismo não cabe em uma única definição, porque cada pessoa dentro do espectro carrega uma forma própria de perceber, sentir e existir.”
Do livro Autismo e Síndrome de Rett — Compreensão Clínica, Histórica e Humana da Neurodiversidade, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“A Síndrome de Rett não pode ser confundida com o autismo, porque cada diagnóstico carrega uma história clínica, genética e humana própria.”
Do livro Autismo e Síndrome de Rett — Compreensão Clínica, Histórica e Humana da Neurodiversidade, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
