Frases com a Palavra Razão

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A razão pública deve trabalhar com aquilo que pode ser justificado perante cidadãos diferentes entre si.

Uma sociedade livre não precisa escolher entre fé e razão para proteger ambas de abusos recíprocos.

A razão não precisa provar a inexistência do absoluto para reconhecer os limites daquilo que pode afirmar.

A razão pública deve desconfiar de toda certeza que pede imunidade contra evidências.

O Direito não deveria ser o tribunal das questões que a própria razão humana ainda não conseguiu resolver.

A razão torna-se mais poderosa quando reconhece aquilo que não sabe.

A razão não promete certezas eternas; promete métodos para desconfiar das certezas prematuras.

O maior triunfo da razão talvez não seja descobrir todas as respostas, mas saber quais respostas ainda não temos.

A publicidade aprendeu a falar com o desejo antes que a razão tenha tempo de lhe perguntar seu nome.

O Estado laico não exige que a razão destrua a fé, apenas que o poder público não confunda uma com a outra e reconheça os limites epistemológicos de ambas no espaço jurídico.

Onde a fé pretende encerrar o pensamento, a razão reivindica o direito de continuar perguntando.

“Nenhum valor herdado está acima do exame da consciência, da razão e da liberdade.

O homem raramente obedece à razão que proclama; primeiro é conduzido pelas paixões, depois convoca a inteligência para transformar seus desejos em argumentos e o Direito em justificativa.

A razão frequentemente chega depois da paixão, não para governá-la, mas para lhe redigir a sentença, conferir-lhe aparência de verdade e, quando necessário, convertê-la em norma.

A razão não reina sobre o homem; muitas vezes apenas redige, em linguagem lógica, os decretos secretos de suas paixões.

A imaginação constrói pontes sobre abismos que a razão reconhece, mas que a vida cotidiana não pode esperar que permaneçam sem travessia.

A razão pode iluminar o caminho, mas raramente escolhe para onde caminhamos; há desejos que chegam antes da filosofia e permanecem depois dela.

Quando a razão abandona a humildade, começa a confundir seus mapas com o território que jamais conseguiu possuir.

A razão humana é suficientemente poderosa para perguntar pelo infinito, mas suficientemente limitada para não poder habitá-lo.

O homem deseja conhecer o absoluto, mas carrega dentro de si uma razão construída para navegar apenas pelas margens do possível.