Frases Célebres
A crueza do mundo era tranquila. O assassinato era profundo. E a morte não era o que pensávamos.
O bom é que a verdade chega a nós como um sentido secreto das coisas.
(...) um desses frios que se tem quando se vê sem ilusões a realidade.
Quero exigentemente que acreditem em mim. Quero que acreditem em mim até quando minto.
Eu tenho medo do ótimo e do superlativo. Quando começa a ficar muito bom eu ou desconfio ou dou um passo para trás.
Perder-se significa ir achando e nem saber o que fazer do que se for achando.
Que alívio. Felicidade, meu bem, é alívio.
Eu acho que, quando não escrevo, estou morta.
Eu nunca fui livre na minha vida inteira. Por dentro eu sempre me persegui. Eu me tornei intolerável para mim mesma.
Eu quero o pensar-sentir hoje e, não, tê-lo apenas tido ontem ou ir tê-lo amanhã. Tenho certa pressa em sentir tudo.
Mas ela já o amava tanto que não sabia mais como se livrar dele, estava em desespero de amor.
Ora, não sou linda. Mas quando estou cheia de esperança, então de minha pessoa se irradia algo que talvez se possa chamar de beleza.
Quem não tem pobreza de dinheiro tem pobreza de espírito ou saudade por lhe faltar coisa mais preciosa que ouro – existe a quem falte o delicado essencial.
Experimentamos ficar calados – mas tornávamos inquietos logo depois de nos separarmos.
Até que por horas desisti. E, por Deus, tive o que eu não gostaria. Não foi ao longo de um vale fluvial que andei – eu sempre pensara que encontrar seria fértil e úmido como vales fluviais. Não contava que fosse esse grande desencontro.
Há um tipo de choro bom e há outro ruim. O ruim é aquele em que as lágrimas correm sem parar e, no entanto, não dão alívio. Só esgotam e exaurem. (...)
Homem chorar comove. Ele, o lutador, reconheceu sua luta às vezes inútil. Respeito muito o homem que chora. Eu já vi homem chorar.
A esperança também não tem número. Perder uma coisa é inefável: nunca sei onde as coloquei. (...) Ser é de um provisório impalpável. (...) Juro que preciso de soluções. Não posso ficar assim completamente no ar.
Viver é extremamente tolerável, viver ocupa e distrai, viver faz rir.
E então eu soube: pertencer é viver.
