O tolo transforma a ruína do próximo em entretenimento. O sábio, contudo, enxerga no tombo do outro o espelho da sua própria fragilidade e o severo, mas misericordioso, alerta da graça divina.
O silêncio de um sábio é muito mais enlouquente do que todas as suas pronúncias juntas porque quando ele se cala não é bom pra ninguém e todos perdem sem exceção.
O último suspiro do sábio foi: "A tolice é vaidade e a sabedoria é vaidade! Mas o respeito profundo de buscar a Deus é o que mais importa nesta vida."
O rei Salomão foi sábio diante de muitas nações da sua época, mas tolo perante Deus, porque adorou deuses que não lhe deram sabedoria, riqueza nem paz.