Frase de Tristeza no Amor
Amar os animais e comê-los é uma contradição com a qual muitos de nós lutam, tanto por motivos éticos quanto de saúde. Devemos confrontar nossa própria consciência e decidir se estamos dispostos a contribuir para prejudicar criaturas inocentes a fim de satisfazer nosso desejo por carne.
Provavelmente vai doer muito, mas não vai te matar. De pé, soldado, hora de marchar!
(Bill Overbeck)
Ah! Cê soubesse o quanto me machuca o quanto me doi o quanto me mata pensaria antes de falar de agir !
Ninguém tem o direito de julgar o outro até ter experimentado todas suas dores que o acometeram a errar.
Saia da zona de conforto e, desconfortavelmente, lute pelo conforto que tanto deseja alcançar. Isso é mudar, e toda mudança pode provocar dores que, no momento devido, serão revestidas em prazer e alegria.
Antigamente eu pensei, mas, só para pensar ser algo ou alguma coisa coerente. Então, rente ao portão me feri com as rosas e sangrei a bonança que não tinha, eram apenas os vestígios das bulas de remédios, deitei o precipício, choramingando.
Eu não mais posso sopitar a lira
ante esta mágoa que o meu ser abrasa;
assim, nos versos, tudo o que me inspira
é, gota a gota, a dor que se extravasa.
– O que fazemos quando nosso coração dói?
– Nós o acolhemos com amizade, lágrimas compartilhadas e tempo, até que ele volte a despertar esperançoso e feliz.
Somente a esperança é capaz de acender na alma o desejo de galgar os degraus da caminhada humanizadora do perdão aos golpes crués da dor imposta por quem amamos.
*Sua Beleza é sua essência.
*Sucesso é certo.
"Por que tanta busca pelo controle das coisas, se a nossa própria vida não está sobre nosso controle? Em um piscar de olhos ela se desfaz... E muitas vezes se quer deixamos e lembranças..."
O pai é o medo
o filho é o ódio
a mãe está morta
a babá são as circunstâncias
na rua número zero
eles traficam dor
estudei tuas ondas
corri nu em sua praia
você, me convidou a molhar os pés
e finalmente tomei a bravura de um exército
e velejei no teu oceano
em um barquinho de madeira
e te amei a cada maré
mesmo sabendo que uma hora outra tua tempestade me afogaria
Inventei um cais pra maré que se encheu, criei um mar pra lua marear, a lua guardar.
Tudo calado e quieto, imaginando que ser Deus é certo.
Depois eu me tornei um simples e esperançoso anônimo, do criador virei filho e da dor antonimo.
Você não é vítima. Precisava doer assim pra de fato você sair de onde estava. Os sinais sutis já foram todos dados. Essa dor é pra não olhar pra trás.
