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Frase de Contentamento

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Pelo motivo real de que o homem só comemora e ama o que lhe é aprazível ou vantajoso, e pelo motivo racional de que nenhuma pessoa canoniza uma ação que virtualmente a destrói.

Machado de Assis
Quincas Borba (1891).

Não há nada sem separação.

Será que você é a lembrança doida na vida de alguém?

Ainda estava em tempo: poderia, ainda, encostar a sua face à dele, dizer-lhe, em voz alta, as palavras que lhe afloravam aos lábios.

A viagem é melhor que o fim.

Ninguém escreve para si mesmo, a não ser um monstro de orgulho. A gente escreve pra ser amado, pra atrair, encantar, etc.

Mário de Andrade

Nota: Em carta a Manuel Bandeira

A Justiça, ninguém ignora, tem a pressa de um cágado manco.

O senhor não imagina bem que eterna variação de gênio é aquela moça. Há dias em que se levanta meiga e alegre, outros em que toda ela é irritação e melancolia.

Machado de Assis
Ressurreição, 1872.

É fácil falar em nome do povo, ele não tem voz.

A felicidade é como uma gota de orvalho numa pétala de flor... brilha tranquila depois de leve oscila e cai como uma lágrima de amor.

Com você aprendi e aprendo todos os dias o que é preciso pra ser feliz, pra amar de verdade.

O beijo é flor no canteiro ou desejo na boca?

Tu julgarás a si mesmo é o mais difícil.

Eu não sou feito essa gente que ama e de repente tchau, e se acabou.

A vida só se dá pra quem se deu.
Pra quem amou, pra quem chorou, pra quem sofreu.

Deixamos de amar a nós mesmos quando ninguém nos ama.

Sou composta por urgências: minhas alegrias são intensas, minhas tristezas, absolutas.

Marla de Queiroz

Nota: O pensamento costuma ser erroneamente atribuído a Clarice Lispector.

Afinal de contas, pensava ele, aquele coração, tão volúvel e estouvado, não devia ser meu; a traição mais tarde seria mais funesta.

Machado de Assis
Jornal das Famílias, 1866.

Nota: Trecho do conto Fernando e Fernanda.

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A abolição é a aurora da liberdade; esperemos o sol; emancipado o preto, resta emancipar o branco.

Machado de Assis
Esaú e Jacó (1904).

Nossa maneira habitual de fazer está em seguir os nossos impulsos instintivos para a direita ou para a esquerda, para cima ou para baixo, segundo as circunstâncias. Só pensamos no que queremos no próprio instante em que o queremos, e mudamos de vontade como muda de cor o camaleão.