Frase de Amor para um Muculmano
Estado de alma: o jeito que cada um fica interpretando e assimilando sua existência no contexto em que vivemos.
Olhou para o céu e rezou. Em troca, uma pena de prata que guarda do céu. Foi como um sopro refrescante dentro daquela sacola de dor.
E depois de um tempo você descansa quando descobre que as prioridades devem ser, além de cívicas, conscienciais e morais.
Pode haver um imenso abismo entre o que você deseja mostrar para o próximo, e o que o outro deseja que você também entenda. A ponte que une os dois territórios se chama compreensão ✨
A nós cabe sempre a opção de priorizar as melhores escolhas, sabendo que tudo na vida tem um preço a ser pago.
É bem melhor ser jogador do time perdedor do que ser um torcedor do time que venceu. Não há perdedores entre os que participam.
Para cada porta aberta, dê um passo à frente. A não ser que fechem e você não consiga mais abrir. Nesse caso, estude a fechadura com atenção.
O espelho multiplicou o número de homens que existe em cada um. E o verdadeiro sujeito não se aceitou e corre perdido por aí.
Estou a espera de quem não foi e não sabe se um dia irá, mas deseja ir...Contra aqueles que já estavam lá, estiveram ou estão, porém, sem darem conta de onde.
Deve-se passar sempre o sentimento ao papel! Assim fala a regra número um da poesia! Por isso, fizeram existente por agora o sentimento, acreditando vir depois os versos, sabe lá o dia...
A noite dobrou algumas páginas que escaparam ao relógio. A partir de agora, um dia, fará a necessidade da existência de outro. Encontram-se latentes agora todas as suas intenções.
E foi então que um desses ventos assoprou mais forte e, como uma pequena ponte, se tornou, enfim, uma passagem que o levou ao outro lado do jogo.
Se um dia no verão, quando lhe viu, sentiu que, pela estação, o céu ficaria cheio de estrelas, lembrou-se do sol de outrora, quando o vento frio do inverno o deixava solitário pelas noites insones.
Saltar para um mergulho nas artes. Voar pela desorganização. Um peteleco sutil nas cartas dos costumes e tradições. Um sopro forte e gelado para dispersar o hálito de um preconceito estúpido.
O pressentimento como campainha, mas com o som abafado. A ansiedade do jogo em um tabuleiro onde faltam peças. A censura esquecida, e uma liberdade ensinada. O espaço para o novo, onde o estranho é a descoberta.
Os olhos... Lavavam-se em preocupações. Mas um ponto de luz não deixava de insistir, valendo-se da hora errada para aparecer. Entretanto, não dava mais para se esconder.
Esperou então, lúcido, pela hora de sair.
Rodava ao ar livre um filme, cujo roteiro apresentava cenas reais da sua vida. Ficava claro no final daquele filme que, mesmo que não conseguisse o que tanto desejava, sentia-se satisfeito simplesmente por entender o propósito para aquele final.
