Frase de Amor para um Muculmano

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O veneno do vazio nos mata pela indecisão ou nos ressuscita pela criatividade de solução.

3 de maio

Aprendi com meu filho de dez anos
Que a poesia é a descoberta
Das coisas que eu nunca vi

Oswald de Andrade
ANDRADE, O. Poesias reunidas. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1971

Estudar muita matemática desenvolve tremendamente a capacidade de raciocinar sobre o que não existe.

Miserável coisa é pensar ser mestre, quem nunca soube ser discípulo.

A máscara que reveste vários não é falsidade ou desonestidade. Muitas vezes é apenas uma armadura que encobre os medos e fraquezas de uma alma confusa e só.

Aos onze anos, todo mundo sabe como consertar o mundo. Aos setenta, você olha para trás e vê que não conseguiu consertar nem mesmo o menor dos seus próprios defeitos.

Busque a rima e funde com pensamentos, isso te anima; documentos armazena rimas do pensamento.

Não é descendo que você levanta os que estão por baixo. Suba e mostre-lhes o caminho. A lâmpada apagada jamais iluminará a escuridão.

Problemas são oportunidades para se demonstrar o que se sabe, mas lembre-se de que a resposta de ontem pode não ter nada a ver com o problema de hoje.

“Para entender nós temos dois caminhos: o da sensibilidade que é o entendimento do corpo; e o da inteligência que é o entendimento do espírito.
Eu escrevo com o corpo.
Poesia não é para compreender, mas para incorporar.
Entender é parede; procure ser árvore.”

"Se eu fosse viver de poesia, estava na sarjeta. Trabalho intelectual neste país é sinônimo de vagabundagem"

Manoel de Barros, poeta, advogado e fazendeiro, em 29/12/1991, em entrevista ao GLOBO

⁠Eu costumava desejar que o mundo acabasse. Todos os dias.

Deus me proteja da língua traiçoeira e da falsidade dessas pessoas que se dizem cristã.

Eu posso ser fria, seca, séria, curta e grossa, mas sou capaz de amar intensamente.

Se justificam mentindo com pretextos enganosos, e com rodeios fingidos.

Se não temos paz, é porque nos esquecemos de que pertencemos uns aos outros.

Os prazeres de se depender de alguém empalidecem perto dos medos paralisantes que essa dependência envolve.

O interno não aguenta tinta.

Machado de Assis
ASSIS, M., Dom Casmurro

Uso a palavra para compor meus silêncios.

Shakspeare, em sua obra "hamlet", perguntou se em primeira instância: ser ou não ser? Eis a questão! Diria então a Shakespeare, que prefiro não ser, prefiro apenas estar, e neste estado me fazer independe do sentido. Então estou, mas não sou, nem nunca serei.