De um contemporâneo de Cabral e... Giulio Cesare

De um contemporâneo de Cabral e Colombo: num oceano solitário, calmaria absoluta, velas órfãs de vento, a subsistência se esvaindo... Do nada, eis que chega uma brisa, vinda do sul. Soprou, soprou e foi embora; sumiu, escafedeu-se. Não resolveu, mas deixou a convicção e a fé, resgatando aquilo que estava perdido: a esperança. Assim sendo, faço agora o registro, já em terra firme.