Devaneios da Alma Continuem em... Lucca Meschke

Devaneios da Alma


Continuem em movimento, continuo em movimento
Os pés afundam nessa lama de pensamentos,
Quero viver sem arrependimento
Ar condicionado a pensar, em todos os momentos
Em que com você queria estar


Suspirar ar sem impedimento
Da onde venho ar não tem oxigênio
E me falta sufocar, de tantos sonhos jogados ao vento.


Da onde eu venho as ondas não são do mar
Estou encalhado nesse tempo, naufragado em ventos
Tempestade que não quer passar
E raios ecoam todo o tempo


Nesse lugar os navios podem voar
E procuram-me ao 7 mares e aos 4 ventos;


Pontos de referência não servem para encontrar
A direção que o coração veio a chutar
Como um tesouro que não conseguem desenterrar
Mas acredito que ainda vão me achar
Sereias me contam que a hora vai chegar


02 de Agosto